Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Febraban: bancos preveem “pouso suave” do crédito em 2026 com Selic fixa até março; entenda
Publicado 01/01/2026 • 14:44 | Atualizado há 2 meses
Amazon perde US$ 450 bilhões em valor de mercado durante sequência histórica de quedas; entenda o porquê
Thomas Pritzker deixa a presidência do conselho da Hyatt após laços com Jeffrey Epstein
Adani, da Índia, vai investir US$ 100 bilhões em data centers de IA na próxima década
Apple desafia YouTube e Spotify com nova aposta em podcasts em vídeo
Veja quanto os atletas ganham por medalha nas Olimpíadas de Inverno de 2026
Publicado 01/01/2026 • 14:44 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
José Cruz/Agência Brasil
Notas de 100 reais
O mercado bancário brasileiro projeta um cenário de desaceleração controlada para o setor financeiro no próximo ano.
Segundo a nova Pesquisa de Economia Bancária e Expectativas da Febraban, a maioria das instituições financeiras espera que a carteira de crédito total encerre 2025 com alta de 9,2%, desacelerando para 8,2% em 2026.
O movimento é classificado como uma “moderação gradual”, visto que o mercado de crédito demonstrou resiliência em 2025, mesmo diante do elevado patamar da taxa de juros.
Para o diretor de Economia da Febraban, Rubens Sardenberg, esse vigor foi sustentado por programas governamentais voltados para micro e pequenas empresas (MPMEs) e pelas linhas de consumo das famílias.
Um dos pontos centrais da pesquisa revela que o alívio no custo do dinheiro deve demorar mais do que o esperado por alguns setores produtivos. Para 70% dos bancos ouvidos, o ciclo de queda da Taxa Selic terá início apenas na reunião do Copom de março.
Leia mais:
Lula sanciona Orçamento de 2026 com veto ao aumento do Fundo Partidário
Crédito de R$ 4 bilhões impulsiona plano de modernização das companhias aéreas
Até lá, a expectativa é que a taxa básica de juros seja mantida em 15% ao ano no encontro de janeiro. A partir de março, os analistas projetam reduções consecutivas de 0,50 ponto percentual. Essa cautela do Banco Central é reflexo de uma inflação que deve seguir acima da meta em 2026, pressionada por estímulos fiscais e pela força do crédito direcionado.
A composição do crédito para 2025 e 2026 apresenta dinâmicas distintas entre os recursos Livres e Direcionados:
Apesar do cenário de juros altos, o sentimento sobre a atividade econômica melhorou. O percentual de analistas que projetam um crescimento do PIB de 1,8% em 2026 subiu de 36,4% para 55%.
No campo fiscal, a confiança no cumprimento da meta permanece, mas com ressalvas: 80% dos bancos acreditam que o governo precisará adotar medidas adicionais, como bloqueios de despesas ou contingenciamentos, para garantir o equilíbrio das contas públicas no próximo ano.
No cenário externo, a aposta é que o Federal Reserve (Fed) realize apenas dois cortes de juros nos EUA em 2026, mantendo uma postura conservadora devido à inflação persistente.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Baly registra recorde de vendas com energético ‘sabor Tadala’ no Carnaval; Conselho de Farmácia critica produto
2
Rastro de RS 35 mi: linha do tempo explica engenharia financeira que liga Master à família Toffoli
3
STF determina afastamento de servidores da Receita por acesso ilegal a dados sigilosos
4
Carnaval 2026 recebe R$ 85 milhões em verba federal e vira foco de disputa política
5
Brasileiro compra imóvel de €53 milhões em Milão e reforça corrida global dos super-ricos