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EUA: crédito ao consumidor sobe US$ 9,2 bilhões em outubro

Publicado 05/12/2025 • 18:55 | Atualizado há 3 meses

KEY POINTS

  • Crédito abaixo do esperado: O crédito ao consumidor dos EUA cresceu US$ 9,2 bilhões em outubro, abaixo da previsão de US$ 9,8 bilhões, enquanto setembro foi revisado para baixo (de US$ 13,09 bi para US$ 11 bi)
  • Mesmo com juros mais baixos, consumidores mostram maior prudência - confiança caiu de 95,6 para 94,6 pontos e inflação segue acima da meta do Fed
  • A desaceleração do crédito e a cautela no consumo devem pesar nas próximas decisões do banco central sobre juros, em um cenário de possível enfraquecimento da demanda
Fachada da Casa Branca, avenida Pensilvânia 777, em Washington DC

Divulgação/Governo dos Estados Unidos

Casa Branca, sede do governo dos EUA

O crédito ao consumidor dos Estados Unidos teve crescimento de US$ 9,2 bilhões em outubro, informou nesta sexta-feira (5) o Federal Reserve (Fed, o banco central americano). O resultado veio abaixo da expectativa dos analistas consultados pela FactSet, que previam alta de US$ 9,8 bilhões no período.

Além disso, o Fed revisou para baixo o dado de setembro: o avanço, antes estimado em US$ 13,09 bilhões, foi corrigido para US$ 11 bilhões.

O crescimento do crédito ao consumidor é um indicador importante para a economia norte-americana, pois reflete a disposição das famílias em contrair dívidas para consumo, o que pode impulsionar o PIB. No entanto, o ritmo de expansão em outubro foi mais moderado do que o esperado, o que pode indicar cautela por parte dos consumidores, mesmo com o cenário de juros mais baixos.

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A confiança do consumidor em outubro caiu levemente, de 95,6 para 94,6 pontos, segundo o Conference Board, um movimento que pode estar ligado à incerteza sobre emprego e renda.

O Fed reduziu a taxa de juros em setembro para a faixa de 4,0%–4,25% ao ano, em um movimento de afrouxamento monetário para estimular a economia.

A inflação ao consumidor permanece acima da meta de 2% do Fed, o que segue como foco de preocupação para o banco central.

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A revisão para baixo do crescimento do crédito em setembro mostra que a demanda por empréstimos pode estar perdendo força, mesmo com juros mais baixos. Isso pode sinalizar que os consumidores estão mais cautelosos em relação a novas dívidas, possivelmente devido a preocupações com inflação, mercado de trabalho ou incertezas políticas.

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