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Exportações para a China aceleram e ampliam superávit comercial brasileiro
Publicado 03/07/2026 • 18:30 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 03/07/2026 • 18:30 | Atualizado há 2 meses
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Exportações brasileiras
A China manteve a liderança entre os principais parceiros comerciais do Brasil e ampliou a participação na balança comercial no primeiro semestre de 2026. Entre janeiro e junho, as exportações brasileiras para o país asiático cresceram 21,9%, alcançando US$ 58,3 bilhões. As importações avançaram em ritmo menor, 8%, para US$ 38,5 bilhões, levando o superávit bilateral a US$ 19,7 bilhões.
O desempenho também foi positivo em junho. As vendas para a China aumentaram 24,4% em relação ao mesmo mês do ano passado e somaram US$ 12,2 bilhões. No mesmo período, as compras de produtos chineses cresceram 27,1%, para US$ 7,8 bilhões. O saldo comercial do mês ficou positivo em US$ 4,4 bilhões.
Na relação com a Argentina, o cenário foi diferente. As exportações brasileiras recuaram 18,1% em junho, para US$ 1,3 bilhão, enquanto as importações vindas do país cresceram 17,2%, totalizando US$ 1,2 bilhão. Com isso, o superávit foi de US$ 40 milhões.
No acumulado do ano, as vendas para os argentinos caíram 19,4%, atingindo US$ 7,3 bilhões. As importações avançaram 3,8%, para US$ 6,4 bilhões, e o saldo positivo da balança comercial chegou a US$ 951 milhões.
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Siga o Times | CNBCSegundo o diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Herlon Brandão, a redução das exportações está ligada à menor demanda da Argentina por produtos brasileiros.
O comércio com a União Europeia registrou avanço. Em junho, as exportações cresceram 32,4% e alcançaram US$ 4,8 bilhões, enquanto as importações aumentaram 13,9%, para US$ 4,7 bilhões. O resultado foi um superávit de US$ 180 milhões.
Nos seis primeiros meses do ano, as vendas ao bloco europeu somaram US$ 26,9 bilhões, alta de 12,8% na comparação anual. Já as importações recuaram 0,4%, para US$ 24,2 bilhões, garantindo um saldo positivo de US$ 2,6 bilhões.
Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC) reforçam o peso de China, Estados Unidos, Argentina e União Europeia entre os principais destinos e origens das operações comerciais brasileiras.
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