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Fórum Econômico de Davos termina com alerta global, protagonismo de Trump e avanço da IA
Publicado 23/01/2026 • 18:14 | Atualizado há 29 minutos
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KEY POINTS
O Fórum Econômico Mundial de Davos chegou ao último dia nesta sexta-feira (24) sob um clima de encerramento em alto nível, com líderes globais reunidos para discutir os desafios econômicos e geopolíticos de 2026.
O painel final, batizado de “Panorama Econômico Global”, reuniu nomes como Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu; Kristalina Georgieva, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional; Ngozi Okonjo-Iweala, diretora-geral da Organização Mundial do Comércio; e Albert Bourla, CEO da Pfizer.
Segundo os debatedores, a expectativa é de crescimento global de cerca de 3,1% neste ano, mas o cenário segue cercado por riscos relevantes, como tensões comerciais, restrições tecnológicas, aumento da dívida pública e a formação de possíveis bolhas de investimento. Esses fatores elevam o grau de incerteza para formuladores de políticas públicas.
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Ao longo da semana, Davos recebeu cerca de 65 chefes de Estado e governo e mais de 800 CEOs de grandes empresas globais. Apesar da diversidade de painéis, o encontro acabou sendo marcado pela presença e pelas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Trump deixou a conferência na quinta-feira (22) após lançar a iniciativa de um Conselho de Paz para a Faixa de Gaza, que recebeu adesão de 19 líderes, incluindo o presidente da Argentina, Javier Milei, e o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán. A proposta, no entanto, gerou desconfiança entre países europeus e grandes potências, que veem o movimento como uma tentativa de contornar instâncias multilaterais, como a ONU.
Outro ponto que trouxe certo alívio para a Europa foi a sinalização de Trump de que não pretende usar força militar para assumir o controle da Groenlândia, abrindo espaço para negociações focadas em segurança. Ainda assim, autoridades da Dinamarca reforçaram que a Otan não tem mandato para negociar em nome do país, indicando que o tema segue longe de uma solução.
Além da agenda geopolítica, a tecnologia voltou a ocupar espaço relevante nas discussões. Elon Musk participou de um dos painéis mais concorridos, no qual defendeu que a robótica terá papel central no cuidado com populações envelhecidas, diante do encolhimento da força de trabalho jovem em várias economias. Segundo ele, robôs poderão assumir tarefas domésticas e operacionais, liberando tempo para atividades mais produtivas e de lazer.
Musk também falou sobre avanços em energia solar e exploração espacial, além de mencionar o potencial da China na geração de energia renovável. Outros executivos, como Jensen Huang, da Nvidia, destacaram que ainda serão necessários investimentos bilionários para que a inteligência artificial atinja maturidade suficiente para atender às demandas globais.
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Apesar de parte dessas discussões não ter ganhado tanta visibilidade pública, executivos e autoridades aproveitaram o evento para networking estratégico, troca de informações e alinhamento de agendas corporativas.
Um dos aspectos que chamou atenção foi o custo de participação no fórum. Para empresas, a taxa mínima para credenciamento de um único participante pode chegar a cerca de R$ 600 mil, dependendo do nível de acesso a reuniões e autoridades. Já a imprensa operou com número bastante limitado de credenciais, dada a alta demanda e o controle rigoroso do evento.
O encerramento oficial do fórum será conduzido pelo CEO do Fórum Econômico Mundial, Børge Brende, que consolida uma edição considerada mais tensa e politicamente carregada do que nos anos anteriores, reflexo direto das disputas geopolíticas e da reconfiguração das relações internacionais.
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