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Ibovespa dispara, dólar e petróleo tombam; mercado projeta efeitos das ameaças ao cessar-fogo entre EUA e Irã
Publicado 08/04/2026 • 21:44 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 08/04/2026 • 21:44 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: AFP
Maior ataque de Israel a Beirute deixa mais de 200 mortos; EUA negam que cessar-fogo com Irã inclua trégua
O alívio geopolítico provocado pelo cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã sustentou um dia de forte otimismo nos mercados nesta quarta-feira (8). Ainda assim, o cenário permaneceu cercado por incertezas, com investidores divididos entre a esperança de desescalada e o risco de novos episódios de tensão.
Ao longo do pregão, a euforia inicial deu lugar a um comportamento mais cauteloso. A bolsa brasileira chegou a subir quase 3% pela manhã, mas perdeu força e encerrou o dia com alta próxima de 2%, sinalizando realização parcial de lucros.
Para Felipe Sant’Anna, especialista em investimentos do grupo Axia Investing, o movimento refletiu um otimismo ainda frágil. Segundo ele, “o mercado mantém a expectativa de que o cessar-fogo seja suficiente para alcançar um acordo”, mas sem ignorar os ruídos recentes. Declarações do governo iraniano levantaram dúvidas sobre a manutenção da trégua, especialmente após ataques israelenses no Líbano, o que expôs lacunas no entendimento entre as partes.
O petróleo acompanhou essa hesitação. A commodity oscilou ao longo do dia, alternando momentos de alta e queda, em um sinal de que o mercado ainda calibra riscos. “Embora haja esperança, não existe uma convicção de que a instabilidade tenha terminado”, afirmou Sant’Anna.
Na avaliação de Bruno Falseti, sócio da Rubrik Capital, o mercado segue, por ora, precificando a redução das tensões, mesmo diante de novos ataques. O principal fator por trás do rali foi a perspectiva de reabertura do Estreito de Ormuz e o avanço de negociações diplomáticas, o que ajudou a reduzir prêmios de risco acumulados nas últimas semanas.
Falseti pondera, no entanto, que a recuperação não foi impulsionada por declarações políticas isoladas. “Os ativos só passaram a se recuperar de forma consistente quando houve a mediação efetiva e a confirmação dos termos do cessar-fogo”, disse.
A sustentabilidade da alta ainda é incerta. Parte relevante do movimento já reflete uma melhora esperada no conflito, e novos avanços dependerão da ausência de eventos negativos no curto prazo. Ao mesmo tempo, fatores estruturais continuam no radar, como o fluxo estrangeiro para mercados emergentes e o comportamento dos preços de energia.
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