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Liquidação do Banco Master: Haddad sugere que análise foi mais séria do que se imagina; entenda
Publicado 18/11/2025 • 11:04 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 18/11/2025 • 11:04 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Haddad afirmou preferir não comentar, por ser área de atuação do Banco Central. Créditos: Lula Marques/ Agência Brasil.
Haddad afirmou preferir não comentar, por ser área de atuação do Banco Central. Créditos: Lula Marques/ Agência Brasil.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que não vai se aprofundar sobre a liquidação extrajudicial do Banco Master e nem comentar sobre as prisões feitas.
A declaração aconteceu na manhã desta terça-feira (18), após a Polícia Federal prender o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Ele foi detido em uma operação na noite da última segunda-feira (17), por volta das 22h. Vorcaro estava no Aeroporto Internacional de Guarulhos e pretendia viajar para Dubai.
Ao avaliar o processo, Haddad afirmou que a análise do Banco Central é ‘muito robusta’. O ministro reforçou ainda que o assunto cabe ao BC, por ser o órgão regulador do sistema financeiro.
“Não vou comentar porque é um assunto do Banco Central, mas vocês acompanharam todo o processo. Enfim, o Banco Central é o órgão regulador do sistema financeiro, e eu tenho certeza que, pra ter chegado a esse ponto, todo esse processo deve estar muito robusto”, afirmou Haddad para jornalistas na porta do Ministério da Fazenda, conforme aponta o G1.
O ministro afirmou ainda preferir não comentar o assunto, por estar na área de atuação do Banco Central. A instituição zela pela solidez do sistema financeiro nacional.
“Eu penso que o Banco Central vai dando as informações na medida do andamento do processo de liquidação. O que cabe a fazenda é dar suporte as consequências desse ato, se houver”, reforçou.
A prisão de Vorcaro e de outros diretores ocorreu horas após o anúncio da compra do Banco Master. Um consórcio liderado pelo grupo de investimento Fictor Holding Financeira liderou a aquisição. A ideia é que fosse feito um aporte de R$ 3 bilhões para ajudar na recuperação do caixa do Banco Master, que passava por dificuldades financeiras.
No entanto, a transação dependia da aprovação do Banco Central do Brasil e do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), logo, com a liquidação extrajudicial do Banco Master, as negociações de compra foram interrompidas.
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