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No STF, Fachin pauta julgamento da ‘uberização’ para 24 de junho
Publicado 29/05/2026 • 14:00 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 29/05/2026 • 14:00 | Atualizado há 4 meses
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O presidente do STF marcou para o dia 24 de junho o julgamento que discute o vínculo empregatício de trabalhadores de aplicativos.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, marcou para o dia 24 de junho o julgamento que discute o vínculo empregatício de trabalhadores de aplicativos – tema conhecido como “uberização“. Ele é relator do caso.
Fachin já havia pautado a discussão em uma das suas primeiras iniciativas ao assumir a presidência, em setembro do ano passado. Mas o julgamento acabou adiado para que o Congresso avançasse na regulamentação. Como o PL dos Aplicativos ainda não foi votado, diante da falta de consenso entre os setores envolvidos, Fachin decidiu retomar a análise.
A decisão é aguardada com grande expectativa por aplicativos de transporte e entrega, bem como pelos trabalhadores. A fixação de um entendimento pelo Supremo deve pacificar um cenário marcado por decisões divergentes entre a Justiça do Trabalho e a Corte.
Leia também: EXCLUSIVO: número de trabalhadores por aplicativos no Brasil cresce 25%; CEO da Alphacode explica motivo
Nos últimos anos, o Supremo tem recebido uma série de reclamações contra decisões trabalhistas que reconheceram vínculo de emprego em contratações via pessoa jurídica (PJ).
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Siga o Times | CNBCEm decisões monocráticas, a maioria dos ministros tem derrubado essas sentenças, sob o argumento de que elas contrariam a jurisprudência do tribunal que reconhece a terceirização da atividade-fim das empresas.
Diante desse histórico, a avaliação predominante no meio jurídico e entre integrantes da própria Corte é de que deve prevalecer uma posição mais favorável às empresas. Até agora, Fachin e o ministro Flávio Dino são os únicos que já indicaram entendimento mais alinhado ao reconhecimento do vínculo empregatício.
A ação relatada por Fachin atinge somente as relações de trabalho intermediadas por aplicativos.
O caso da “pejotização”, que vai definir parâmetros para a contratação por meio de pessoa jurídica (PJ), é relatado pelo ministro Gilmar Mendes. A ação ainda não foi liberada para julgamento, mas o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou que o processo está quase pronto para análise pelo plenário.
Leia mais: Fachin assume STF e estreia com julgamento que pode redefinir sistema de trabalho em aplicativos
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