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Pagamentos com cartões somam R$ 4,5 trilhões em 2025 e crescem 10,1%
Publicado 11/02/2026 • 18:19 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 11/02/2026 • 18:19 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
Pexels.
Cartões da Mastercard.
O setor de meios eletrônicos de pagamento no Brasil encerrou 2025 com números recordes. Segundo dados divulgados pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), os pagamentos com cartões somaram R$ 4,5 trilhões, um crescimento de 10,1% em relação ao ano anterior. Ao todo, foram realizadas 48,1 bilhões de transações, o que representa uma média impressionante de 132 milhões de operações por dia.
O grande protagonista do ano foi o cartão de crédito, que sozinho transacionou R$ 3,1 trilhões (alta de 14,5%), demonstrando que o brasileiro segue utilizando o crédito como ferramenta principal de consumo e fluxo de caixa.
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Em 2025, o consolidado da radiografia dos meios de pagamento aponta que a modalidade crédito liderou com R$ 3,1 trilhões transacionados, registrando crescimento de 14,5% em relação ao ano anterior e totalizando 21,6 bilhões de transações. O débito movimentou R$ 1 trilhão, com leve alta de 0,2%, somando 16,8 bilhões de transações. Já o pré-pago alcançou R$ 397 bilhões, crescimento de 4,4%, com 9,6 bilhões de transações. No total, os meios de pagamento analisados movimentaram R$ 4,5 trilhões em 2025, representando avanço de 10,1% frente ao ano anterior e acumulando 48,1 bilhões de transações.
A forma como o brasileiro paga mudou drasticamente. Os pagamentos por aproximação (NFC) cresceram 31%, movimentando R$ 1,9 trilhão. No entanto, o destaque absoluto de crescimento tecnológico foi o Tap on phone (que transforma o celular em maquininha), com um salto de 241,4%, movimentando R$ 78 bilhões no ano.
Outros destaques operacionais mostram a força dos canais digitais e dos novos formatos de pagamento. As compras não presenciais, impulsionadas pelo e-commerce e pelas vendas digitais, movimentaram R$ 1,1 trilhão, com crescimento de 18,3% no período. O parcelamento manteve papel relevante, representando 42,6% de todas as compras, sendo que a maioria dessas transações (64,2%) foi realizada em até 6 parcelas. Já os pagamentos por recorrência, como assinaturas e serviços continuados, totalizaram R$ 141,9 bilhões, registrando expressivo avanço de 34% em relação ao ano anterior.
No comércio, o setor de livrarias surpreendeu com a maior alta (+52,6%), seguido por alimentação e eletrônicos. Já na área de serviços, os profissionais liberais (+58,1%) foram os que mais expandiram a aceitação de cartões.
Regionalmente, embora o Sudeste detenha o maior volume (R$ 2,4 trilhões), o crescimento mais acelerado veio das regiões Norte (+12,4%) e Nordeste (+11,8%), sinalizando a forte interiorização da bancarização digital no país.
O apetite do brasileiro por viagens internacionais refletiu-se nos cartões: os gastos lá fora somaram US$ 18 bilhões (+14%), com Europa e EUA como destinos preferenciais. Por outro lado, estrangeiros gastaram US$ 5,7 bilhões em solo brasileiro (+3,4%).
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