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Política Brasileira

Durigan admite não ter reuniões prevista com os EUA sobre PCC e CV

Publicado 01/06/2026 • 20:35 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, o governo ainda reúne informações e avalia os próximos passos antes de levar a posição brasileira ao secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent.
  • Durigan disse que a principal preocupação é evitar impactos sobre empresas, bancos e instituições financeiras brasileiras decorrentes da classificação das facções.
  • O ministro afirmou que o governo tem consultado empresários de diferentes setores e reforçou que a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é proteger empregos, empresas e o sistema financeiro nacional
Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda.

Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda

Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que não tem reuniões marcadas com autoridades dos EUA, apesar de ter dizer, nesta segunda-feira (1°), que está reunindo informações e diagnóstico para levar a Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA. Os encontros tratariam da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV).

“Eu estou sempre aberto e tenho contato direto com as autoridades norte-americanas, mas por enquanto não há agenda prevista. A gente está reunindo as informações, vendo o que vem pela frente, avaliando os próximos passos, tendo as informações todas, tendo o diagnóstico claro e a posição, eu vou levar para ao Scott Bessent secretário do Tesouro dos EUA sem nenhuma dúvida”, disse Durigan a jornalistas.

De manhã, o ministro afirmou à CBN que pretendia se encontrar com representantes dos EUA para discutir a classificação e tentar revertê-la. Na entrevista, ele afirmou que o foco das reuniões seria a proteção do Pix e das instituições financeiras nacionais.

Segundo o ministro, a principal preocupação do governo brasileiro é a possibilidade de empresas e bancos brasileiros serem alvos de algo que não é concreto. “Vamos seguir combatendo as organizações criminosas, nós temos insistido nesse ponto, e vamos evitar que tenha prejuízo irreal, fantasioso para a nossa economia, nós temos que evitar isso a todo custo, é uma grande injustiça”, sustentou.

Durigan afirmou que o governo tem ouvido empresários de diversos setores para identificar preocupações e avaliar possíveis riscos externos à economia brasileira. Segundo ele, a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é proteger empresas, empregos e instituições financeiras do país.

“Toda colaboração internacional no combate ao crime organizado é bem-vinda. O problema é quando há iniciativas que possam prejudicar o Brasil”, disse.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que não tem reuniões marcadas com autoridades dos EUA, apesar de ter anunciado o contrário mais cedo nesta segunda-feira (1°). Os encontros tratariam da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV).

“Eu estou sempre aberto e tenho contato direto com as autoridades norte-americanas, mas por enquanto não há agenda prevista. A gente está reunindo as informações, vendo o que vem pela frente, avaliando os próximos passos, tendo as informações todas, tendo o diagnóstico claro e a posição, eu vou levar para ao Scott Bessent secretário do Tesouro dos EUA sem nenhuma dúvida”, disse Durigan a jornalistas.

De manhã, o ministro afirmou à CBN que pretendia se encontrar com representantes dos EUA para discutir a classificação e tentar revertê-la. Na entrevista, ele afirmou que o foco das reuniões seria a proteção do Pix e das instituições financeiras nacionais.

Segundo o ministro, a principal preocupação do governo brasileiro é a possibilidade de empresas e bancos brasileiros serem alvos de algo que não é concreto. “Vamos seguir combatendo as organizações criminosas, nós temos insistido nesse ponto, e vamos evitar que tenha prejuízo irreal, fantasioso para a nossa economia, nós temos que evitar isso a todo custo, é uma grande injustiça”, sustentou.

Durigan afirmou que o governo tem ouvido empresários de diversos setores para identificar preocupações e avaliar possíveis riscos externos à economia brasileira. Segundo ele, a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é proteger empresas, empregos e instituições financeiras do país.

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“Toda colaboração internacional no combate ao crime organizado é bem-vinda. O problema é quando há iniciativas que possam prejudicar o Brasil”, disse.

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