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Fundos de pensão não têm ‘nenhum real’ no Banco Master, diz ministro
Publicado 20/05/2026 • 20:34 | Atualizado há 18 minutos
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Publicado 20/05/2026 • 20:34 | Atualizado há 18 minutos
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Lula Marques/Agência Brasil
Ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz Maciel
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou nesta quarta-feira (20) que os fundos de pensão brasileiros não têm “nenhum real” aplicado no Banco Master. Segundo ele, o patrimônio das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) – os fundos de pensão -, que soma R$ 1,4 trilhão, está protegido de qualquer risco ligado à instituição financeira.
Em entrevista ao programa Bom Dia Ministro, da EBC, Wolney atribuiu essa proteção à atuação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar, responsável pela supervisão dos fundos de pensão ligados a estatais e grandes entidades de classe.
De acordo com Queiroz, as irregularidades encontradas até agora envolvem os Regimes Próprios de Previdência Social, usados por servidores estaduais e municipais. Esses regimes seguem outra estrutura de fiscalização dentro do ministério.
O ministro afirmou que auditorias feitas desde o início de 2024 identificaram aplicações consideradas fora dos padrões em diversas cidades. Segundo ele, os relatórios produzidos pela pasta serviram de base para operações posteriores da Polícia Federal.
“Nós detectamos os problemas e fizemos as auditorias em várias cidades. E todas essas auditorias foram usadas pela Polícia Federal para deflagrar as operações”, disse.
Queiroz afirmou que o endurecimento da fiscalização faz parte de uma tentativa de recuperar a confiança no sistema previdenciário após sucessivos desgastes. Ele citou 63 ações realizadas em conjunto com a Força-Tarefa Previdenciária, com impacto estimado de R$ 350 milhões em economia para os cofres públicos.
A Previdência tenta reorganizar sua imagem depois da crise provocada pelos descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), episódio que resultou na devolução de mais de R$ 3 bilhões a cerca de 4,5 milhões de segurados.
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