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Master: Quem é Juca Oliveira Lima, novo advogado de Vorcaro e mais favorável a acordos de delação premiada
Publicado 14/03/2026 • 08:46 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 14/03/2026 • 08:46 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e preso na Penitenciária Federal de Brasília, anunciou nesta sexta-feira (13) a troca de seu advogado. Pierpaolo Bottini deixa a defesa e cede lugar a José Luís de Oliveira Lima, mais conhecido no meio jurídico como Juca.
A mudança é lida como um sinal de que Vorcaro pode estar se movendo em direção a um acordo de delação premiada. Ao contrário de Bottini, Oliveira Lima é visto como um profissional mais aberto a esse tipo de negociação com o Ministério Público.
Leia também: Daniel Vorcaro troca de advogado; movimento pode abrir caminho delação premiada
Com mais de 30 anos de carreira, Oliveira Lima tem presença consolidada nos principais órgãos da advocacia brasileira. Foi presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas da OAB-SP e da Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo. Também foi diretor da Associação dos Advogados de São Paulo e conselheiro da OAB-SP. Hoje, é membro do Instituto dos Advogados de São Paulo.
A extinta revista Época o elegeu duas vezes entre os cem brasileiros mais influentes. O site do escritório do qual é sócio, Oliveira Lima & Dall’Acqua Advogados, o lista entre “os quinze mais importantes advogados do Brasil“.
O perfil de Juca inclui uma característica pouco comum: ele já representou figuras de lados opostos do espectro político. Em 2012, foi advogado de José Dirceu no julgamento do Mensalão. No ano passado, defendeu o general Walter Braga Netto no STF, no processo que culminou na condenação do ex-ministro de Jair Bolsonaro a 26 anos de prisão por participação na trama golpista.
Nesse segundo caso, Oliveira Lima chegou a se encontrar com praticamente todos os ministros da Primeira Turma, com exceção de Cármen Lúcia. À época, reclamou que a defesa não teve acesso integral aos autos e que o ritmo do processo o impediu de analisar mais de 100 mil páginas da denúncia.
Ainda assim, em entrevista ao Estadão às vésperas do julgamento, se posicionou contra os ataques ao STF promovidos por bolsonaristas. “Eu não gosto de ataque ao Supremo Tribunal Federal. Eu não gosto de ataque aos ministros do Supremo Tribunal Federal. Eu gosto de falar dessas questões nos autos”, disse.
Sobre atuar nos dois lados do espectro político, Oliveira Lima fez uma avaliação direta na mesma entrevista. “Eu já defendi pessoas de uma ideologia mais à esquerda, como já defendi pessoas de uma ideologia mais à direita. E esse caso me ensinou uma coisa: defender a esquerda é mais charmoso para a academia, para as entidades e para a própria imprensa”, afirmou.
A troca de defesa ocorre no mesmo dia em que a Segunda Turma do STF manteve a prisão preventiva de Vorcaro. O banqueiro teria informado à equipe jurídica que decidiu negociar um acordo de delação premiada.
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