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Política Brasileira

Relator da PEC do fim da escala 6×1 propõe regime CLT para PJs com renda maior que R$ 16 mil

Publicado 20/05/2026 • 18:20 | Atualizado há 11 minutos

KEY POINTS

  • A proposta foi apresentada ao presidente da Câmara, Hugo Motta, e busca ampliar direitos trabalhistas para essa faixa de trabalhadores.
  • Segundo o relator, a PEC do fim da jornada 6x1 deve se limitar à definição de uma carga semanal máxima de 40 horas, deixando detalhes da regulamentação para um projeto de lei posterior.
  • O texto tramita em comissão especial da Câmara e o relatório deve ser apresentado na próxima segunda-feira, 25, em uma discussão que mistura mercado de trabalho, pejotização e os limites da CLT num Brasil cada vez mais “LinkedIn de terno e café em copo Stanley”.
6x1

Crédito: Leonardo Sá/Agência Senado, via Flickr

O deputado Leo Prates (Republicanos-BA), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim à jornada de trabalho 6×1, sugeriu nesta quarta-feira (20) a criação de um regime específico para trabalhadores que recebem acima de R$ 16 mil, mas que são contratados como pessoas jurídicas (PJ).

Segundo Prates, a ideia foi apresentada ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e pretende fazer com que este segmento “tenha mais direitos”. O relator destacou, no entanto, que embora defenda o dispositivo, o trecho ainda “não está fechado”.

“Não está fechado, mas é um texto que eu defendo. Acima de dois tetos do INSS, acima de R$ 16 mil, colocando que ele estaria na CLT, ressalvado o serviço público, não entraria o serviço público. E ressalvado que a fiscalização é da Justiça do Trabalho”, explicou o deputado a jornalistas, após participar de uma reunião com a Frente Parlamentar de Comércio e Serviços (FCS).

Leo Prates também declarou que a PEC se restringirá apenas a definir o teto de 40h semanais para a jornada de trabalho no País, com, no máximo, oito a dez artigos. Já questões específicas da regulamentação devem ser abordadas em um projeto de lei.

A PEC está em tramitação em uma comissão especial da Câmara e deve ter seu relatório lido na segunda-feira, 25.

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