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Refinaria de Manaus mantém os preços mais altos de gasolina, diesel e GLP no país
Publicado 12/02/2026 • 22:23 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 12/02/2026 • 22:23 | Atualizado há 2 horas
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Foto: Canva
Levantamento divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) revela que a Refinaria de Manaus (Ream), operada pelo grupo Atem, manteve os preços mais elevados do Brasil para gasolina, diesel e Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) durante o mês de janeiro.
Os dados mostram um descolamento significativo em relação ao Preço de Paridade de Importação (PPI). A gasolina na Ream foi comercializada a R$ 2,90 por litro, valor 20,1% acima da referência internacional.
Enquanto a Ream manteve o topo da tabela, outras refinarias apresentaram movimentos distintos: a Petrobras aplicou uma redução de 5,2% no preço do combustível, de R$ 2,73 para R$ 2,59, embora o valor ainda permaneça 7,6% acima do PPI calculado pela ANP; a Acelen, na Bahia, viu a Refinaria de Mataripe registrar queda de 1,7%, fechando o mês em R$ 2,55, 6% acima do PPI; e a Brava, no Rio Grande do Norte, teve a Refinaria Potiguar Clara Camarão com redução de 1,5%, encerrando janeiro a R$ 2,52, 4,7% acima do PPI.
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No segmento do diesel, a Ream registrou o maior preço praticado no país: R$ 3,70, mesmo após uma leve redução de 1,3%. O valor é 11,3% superior à paridade internacional. Em contraste, o diesel da Petrobras ficou em R$ 3,30, operando levemente abaixo do PPI (-0,6%).
No cenário do GLP, as refinarias privadas apresentam distorções acentuadas: a Brava, no Rio Grande do Norte, sem reajustes desde setembro de 2025, registra o preço de R$ 46,23, impressionantes 41,39% acima do PPI; a Ream, no Amazonas, alcançou R$ 38,73, 18,4% acima da referência externa; enquanto a Petrobras manteve o valor estável em R$ 34,68, 6,1% acima do PPI.
O Ineep destaca que o mercado global iniciou 2026 com pressão de alta. O barril do petróleo tipo Brent subiu 6,5% em janeiro, fechando a US$ 66,60. Embora o valor seja inferior aos patamares de janeiro de 2025, a valorização do real frente ao dólar (2%) não foi suficiente para neutralizar a alta da commodity. Em moeda nacional, o preço do Brent subiu 4,3%, atingindo R$ 355,64.
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