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Restrições na China e fechamento de mineradoras pressionam queda do Bitcoin
Publicado 27/02/2026 • 21:46 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 27/02/2026 • 21:46 | Atualizado há 1 hora
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Bitcoin
A instabilidade do mercado chinês e novas restrições regulatórias em Pequim tornaram-se os principais vetores para a desvalorização de 50% do Bitcoin desde sua máxima histórica em outubro de 2025, disse Rodrigo Batista, CEO da Digitra e do token DGTA, em entrevista ao programa Cripto Brasil do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Ele explicou que o fechamento de mineradoras em dezembro de 2025 e barreiras às exportações de metais preciosos drenaram a liquidez do setor cripto: “A China restringiu a exportação de prata e ouro, causando uma valorização global desses metais e fazendo com que o capital que antes ia para o ‘ouro digital’ migrasse para o ouro físico. Além disso, as operações de mineração, que funcionavam sob certa tolerância, foram definitivamente encerradas no final do ano passado, impactando a rede”, afirmou.
Sobre a pressão de venda no mercado, o especialista destacou a presença de um grande operador asiático despejando ativos de forma agressiva. “Sabe-se que há um grande vendedor global operando no mercado e tudo indica que ele seja chinês, o que contribui para manter o Bitcoin na faixa dos 65 mil dólares (R$ 333,5 mil) a 70 mil dólares (R$ 359 mil). Somado a isso, temos novas restrições de Pequim ao mercado de stablecoins, o que gera um cenário de incerteza para todo o ecossistema”, analisou.
Em contrapartida ao cenário asiático, a fintech Robinhood anunciou o início dos testes de sua própria blockchain focada na tokenização de ativos do mundo real. “Ao construir sobre o Ethereum com tecnologia Arbitrum, ganhamos segurança e descentralização de forma imediata. Nossa visão é que qualquer ativo mundial estará negociável em forma tokenizada, permitindo transferências instantâneas 24 horas por dia, 7 dias por semana”, explicou.
O movimento da corretora americana é visto como uma liderança importante para atrair instituições financeiras tradicionais para a tecnologia blockchain. “A Robinhood é o principal aplicativo de jovens investidores nos EUA e Europa e seu ingresso definitivo na infraestrutura cripto mostra o quanto o mercado tradicional já está investido nessa tecnologia. O objetivo é levar os benefícios da rapidez e do baixo custo para o mundo das ações e títulos públicos”.
Por fim, o especialista ressaltou que a tokenização será o divisor de águas para ativos que hoje dependem de liquidação em dias úteis. “O mercado ainda está preso ao passado com liquidações lentas e horários bancários limitados. A nova blockchain da Robinhood busca conectar um grupo de instituições para fornecer liquidez e ativos, provando que o futuro das finanças corre de forma integrada e on-chain”.
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