Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
STF derruba prorrogação da CPMI do INSS por 8 a 2
Publicado 26/03/2026 • 19:59 | Atualizado há 59 minutos
Trump reforça tropas no Irã para forçar negociações de paz, mas estratégia pode ser arriscada
Guerra no Irã é uma “catástrofe”, alertam ministros do G7
Guerra no Irã pode frear retomada imobiliária nos EUA – e o problema vai além dos juros
Marca de tênis On promove mudança na liderança em meio à desaceleração do crescimento
Gigantes do petróleo alertam para risco de escassez de energia com guerra no Irã prolongada
Publicado 26/03/2026 • 19:59 | Atualizado há 59 minutos
KEY POINTS
Divulgação: STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a decisão do ministro André Mendonça que prorrogou a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. A votação desta quinta-feira, 26, ficou com o placar de 8 a 2. O encerramento da comissão está previsto para o dia 28 de março.
A maioria entendeu que a Corte não deveria interferir na prorrogação dos trabalhos da comissão. O voto que consolidou a posição veio da ministra Cármen Lúcia. Em seu voto, ela afirmou que não tinha certeza de que os parlamentares tenham “um direito automático à prorrogação da CPMI”.
O relator do caso, ministro André Mendonça, foi alvo de divergência aberta pelo ministro Flávio Dino. Acompanharam esse entendimento os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Nunes Marques, Gilmar Mendes e o presidente do Supremo, Edson Fachin.
Os juízes defenderam a necessidade de autocontenção do Judiciário e a preservação da autonomia do Congresso para decidir sobre a prorrogação de seus próprios instrumentos de investigação.
Só o ministro Luiz Fux acompanhou Mendonça. “Não estamos decidindo só uma CPMI. Estaremos decidindo a possibilidade de prorrogação ou não de outros instrumentos de futuras minorias. Quem sabe hoje são minoria, amanhã são maioria, porque esse é o ciclo da democracia”, disse o relator em seu voto.
Edson Fachin afirmou que concorda com os argumentos apresentados por Mendonça. No entanto, ponderou que o tipo de ação usado para discutir o caso não foi o mais adequado, porque não se trata de uma situação em que exista um direito “líquido e certo” – ou seja, um direito claro, comprovado e sem necessidade de análise mais profunda.
Segundo ele, a questão sobre o direito das minorias de prorrogar CPIs deveria ser discutida por outro instrumento jurídico, mais apropriado para esse tipo de debate: a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), que serve para analisar possíveis violações a princípios fundamentais da Constituição.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Executiva do Carrefour é alvo de investigação sobre fraude tributária na Secretaria da Fazenda de SP
2
Os 20 maiores FIDCs do Brasil: veja quem lidera o novo crédito fora dos bancos
3
Palmeiras acelera modelo bilionário e se aproxima da meta com ativos valorizados na seleção; entenda
4
Quem são os alvos da Operação Fallax? PF investiga fraudes contra a Caixa Econômica Federal
5
Nubank vai usar estratégia de naming rights para reabrir o Cine Copan