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Quem são os alvos da Operação Fallax? PF investiga fraudes contra a Caixa Econômica Federal
Publicado 25/03/2026 • 10:26 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 25/03/2026 • 10:26 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Divulgação/PF
Operação da Polícia Federal
Nesta quarta-feira (25), a Polícia Federal (PF) anunciou a Operação Fallax, “com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, além da prática de estelionato e de lavagem de dinheiro”, conforme descrito pela PF.
Entre 43 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva, estão os nomes de Rafael Góis, CEO e fundador do Grupo Fictor, e o ex-sócio Luiz Phillippe Gomes Rubini.
Leia também: PF mira CEO da Fictor, Rafael Góis e ex-sócio na Operação Fallax
De acordo com a Polícia Federal, as investigações apontam que “a organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos”.
Para isso, essas instituições financeiras contavam com funcionários para inserir dados falsos nos sistemas bancários, o que viabilizava saques e transferências indevidas.
Em seguida, os envolvidos convertiam os valores em bens de luxo e criptoativos, para dificultar o rastreamento. Os investigados podem responder pelos crimes de:
Se comprovada a realização de todos esses crimes, cada envolvido pode ter penas que, somadas, ultrapassam os 50 anos de cadeia.
Assim como citado nesta matéria do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Rafael Góis e seu ex-sócio, Luiz Phillippe Gomes Rubini, estão entre os alvos da Operação Fallax, embora ainda não se saiba se estão também na mira dos mandados de prisão.
Conforme noticiado anteriormente, Rafael Góis começou sua carreira no mercado financeiro aos 16 anos. Ao longo de mais de 25 anos, atuou nos setores industrial, financeiro e imobiliário.
A fundação da Fictor aconteceu em 2007. Sob sua liderança, o grupo começou atuando com soluções tecnológicas até passar para atividades de logística e digitalização de processos corporativos.
Com o tempo, a empresa se tornou uma holding de participações em setores estratégicos, incluindo o de alimentos, infraestrutura e serviços financeiros.
Além disso, o Grupo Fictor também se expandiu internacionalmente. Nesse sentido, contavam com escritórios em Miami e Lisboa, ambos voltados para operações financeiras B2B, oferta de crédito e atração de investidores estrangeiros.
Já Luiz Phillippe Gomes Rubini, segundo o O Globo, era sócio de Rafael Góis e deixou a sociedade no fim de 2024. Enquanto esteve no Grupo Fictor, ajudou na expansão do grupo, sendo responsável pela prospecção de negócios e articulação institucional.
Ademais, Rubini atuava no mercado financeiro, na Faria Lima, e esteve no conglomerado durante a fase de crescimento acelerado, um período no qual os sócios acumularam riqueza.
Agora, a PF deve realizar o bloqueio e sequestro de bens imóveis, incluindo veículos e outros ativos financeiros de até R$ 47 milhões. De acordo com a PF, o intuito é descapitalizar os envolvidos da organização criminosa.
Por fim, as fraudes estão estimadas em mais de R$ 500 milhões. A Operação Fallax conta com a quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas para continuar a investigação.
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