Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Entenda como a tarifa de 25% dos EUA pode atingir pequenos negócios de forma indireta
Publicado 17/07/2026 • 08:59 | Atualizado há 4 semanas
OpenAI conclui venda de ações no valor de US$ 7 bilhões antes de possível IPO
Nvidia articula plano de US$ 500 bilhões para financiar infraestrutura de IA
Ações da SpaceX se recuperam e se aproximam do preço do IPO de US$ 135
OpenAI amplia iniciativa Daybreak de cibersegurança à medida que ameaças de agentes de IA evoluem
Negócio de licenciamento imobiliário de Trump no exterior dispara para US$ 59,5 milhões com pagamentos de incorporadoras do Golfo
Publicado 17/07/2026 • 08:59 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
Unsplash.
A tarifa adicional de 25% anunciada pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros acendeu um alerta para além dos grandes exportadores. Segundo a Confederação Nacional de Jovens Empresários (Conaje), pequenas e médias empresas também podem ser afetadas de forma indireta, já que fazem parte da cadeia produtiva dos setores atingidos.
Em entrevista ao programa Pré-Market, o vice-presidente da Conaje, Willyan Francescon, afirmou que muitos empreendedores ainda subestimam os impactos da medida por acreditarem que ela se restringe a segmentos como aço e madeira.
“O pequeno empresário pensa: ‘Como o assunto é aço, madeira, isso não vai me impactar’. Mas é aí que ele está enganado. Nós fazemos parte de uma cadeia produtiva, e tudo o que acontece nela pode, sim, afetar o pequeno empresário.”
Embora tenha avaliado como positivas as iniciativas anunciadas pelo governo federal para reduzir os impactos da sobretaxa, o representante da Conaje afirmou que a diversificação de mercados não ocorre de forma imediata. Segundo Willyan, diversificar compradores é um processo lento, especialmente em setores como o aço. “Ouvimos as falas do governo com esperança, mas sabemos que algumas coisas são inevitáveis. “
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCLeia também: Tarifaço dos EUA expõe setores brasileiros e acende alerta para nova guerra comercial
Diante do cenário de incerteza, o especialista orienta os empresários a reforçarem a gestão financeira e adotarem estratégias para reduzir a dependência de poucos clientes. Para o vice-presidente da Conaje, a principal lição deixada pelo atual cenário é a necessidade de reduzir a dependência de um único mercado consumidor. “Não podemos depender de uma única fonte de receita. Empreender é assumir riscos, mas riscos calculados. Precisamos buscar novos compradores para que situações como essa não comprometam novamente os negócios brasileiros.”
Segundo ele, a concentração das vendas em um único cliente ou setor aumenta a vulnerabilidade dos negócios em momentos de crise. Francescon reconhece que, no curto prazo, o mercado interno pode servir como alternativa para parte das empresas afetadas, mas ressalta que abandonar o comércio exterior não é a melhor estratégia. “O mercado interno faz parte da solução neste momento, mas não podemos abandonar o mercado internacional. Ele continua sendo uma oportunidade de crescimento e de diversificação.”
Leia também: Tarifaço: BNDES pede mais de R$ 7,25 bi de crédito para socorrer setores atingidos
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Caso ‘Master capixaba’: mercado vê rombo multimilionário em operação da Apex Partners para compra da CVC
2
BYD processa portal jornalístico e tenta calar reportagem sobre origem chinesa da marca
3
PF pede bloqueio de bens da Gerdau após meses de contaminação em praia de Salvador
4
Futebol italiano perde espaço na elite europeia em meio a crise financeira e estrutural
5
Master Capixaba: Apex Partners – sócia da CVC – consegue proteção judicial para não pagar R$ 985 milhões em dívidas