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Os 15 fundos que mantiveram desempenho excelente por três anos, segundo ranking de fundos para institucionais
Publicado 28/09/2026 • 09:30 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 28/09/2026 • 09:30 | Atualizado há 2 horas
Ranking avaliou 579 fundos de 80 gestoras com cotistas institucionais em janelas de 12, 24 e 36 meses
O ranking Melhores Fundos para Institucionais, publicado pela revista Investidor Institucional com levantamento da DataBay, avaliou o desempenho de 579 fundos de 80 gestoras até 30 de junho de 2026. O levantamento considera apenas fundos que têm entre seus cotistas investidores institucionais, isto é, entidades fechadas de previdência complementar (EFPCs), os chamados fundos de pensão, ou regimes próprios de previdência social (RPPS), que administram a aposentadoria de servidores públicos.
Para entrar na análise, o fundo precisa ter pelo menos um desses investidores como cotista direto, patrimônio mínimo de R$ 10 milhões e ao menos 12 meses de histórico. Ficam de fora fundos exclusivos, fechados e masters, além de FIDCs, FIPs e fundos imobiliários. Os fundos são agrupados por categoria, a partir da classificação da Anbima, e, em cada uma das janelas de 12, 24 e 36 meses, recebem uma nota que combina o índice de Sharpe, com peso de dois terços, e o retorno absoluto, com peso de um terço. O terço superior de cada categoria é classificado como excelente, o intermediário como adequado e o inferior como insuficiente.
O período analisado combinou juros elevados, a guerra entre Estados Unidos e Irã, com reflexos sobre o petróleo, a inflação e as expectativas para a política monetária, e a proximidade das eleições de outubro. Nesse ambiente, as gestoras ouvidas para a edição relataram carteiras mais defensivas, caixa mais alto nos fundos de crédito e maior seletividade na escolha de emissores, em um ano de dificuldades financeiras para parte das empresas. Para os investidores institucionais, que conseguem atender boa parte das metas atuariais com títulos públicos e crédito de boa qualidade, o incentivo para ampliar a exposição em ativos de risco tem sido pequeno.
Para esta coluna, selecionei cinco fundos em cada uma das três grandes classes (renda fixa, multimercados e ações) entre os que foram classificados como excelentes nas três janelas ao mesmo tempo, critério que exige consistência ao longo de três anos, e não apenas um bom período recente. A seleção não corresponde a um top 5 de cada classe: a escolha procurou cobrir categorias diferentes e incluir uma gestora por fundo. Os retornos citados são nominais, acumulados até 30 de junho de 2026.
Os fundos pós-fixados e os de crédito privado de maior qualidade concentraram os melhores resultados da renda fixa. O Bram Bancos RF Crédito Privado, fundo de crédito privado da Bradesco Asset (BRAM) com patrimônio de R$ 21 bilhões, rendeu 15,32% em 12 meses e 47,14% em 36 meses, e o Sicoob Institucional, da categoria renda fixa livre, entregou 15,42% e 47,57% nas mesmas janelas. Entre os fundos mais conservadores, o BTG Pactual Tesouro Selic Simples Institucional acompanhou de perto o CDI, com 14,73% em 12 meses, e o Caixa Brasil Matriz, que tem 470 RPPS entre seus cotistas, rendeu 14,76%.
Nas categorias expostas à marcação a mercado de títulos longos, o resultado foi mais fraco. A mediana dos fundos de renda fixa longa ficou em 8,2% em 12 meses, e o Kinea IPCA Absoluto se destacou no grupo, com 11,96% no período e 34,21% em 36 meses.

O ranking Melhores Fundos para Institucionais, publicado pela revista Investidor Institucional com levantamento da DataBay, avaliou o desempenho de 579 fundos de 80 gestoras até 30 de junho de 2026. O levantamento considera apenas fundos que têm entre seus cotistas investidores institucionais, isto é, entidades fechadas de previdência complementar (EFPCs), os chamados fundos de pensão, ou regimes próprios de previdência social (RPPS), que administram a aposentadoria de servidores públicos.
Para entrar na análise, o fundo precisa ter pelo menos um desses investidores como cotista direto, patrimônio mínimo de R$ 10 milhões e ao menos 12 meses de histórico. Ficam de fora fundos exclusivos, fechados e masters, além de FIDCs, FIPs e fundos imobiliários. Os fundos são agrupados por categoria, a partir da classificação da Anbima, e, em cada uma das janelas de 12, 24 e 36 meses, recebem uma nota que combina o índice de Sharpe, com peso de dois terços, e o retorno absoluto, com peso de um terço. O terço superior de cada categoria é classificado como excelente, o intermediário como adequado e o inferior como insuficiente.
O período analisado combinou juros elevados, a guerra entre Estados Unidos e Irã, com reflexos sobre o petróleo, a inflação e as expectativas para a política monetária, e a proximidade das eleições de outubro. Nesse ambiente, as gestoras ouvidas para a edição relataram carteiras mais defensivas, caixa mais alto nos fundos de crédito e maior seletividade na escolha de emissores, em um ano de dificuldades financeiras para parte das empresas. Para os investidores institucionais, que conseguem atender boa parte das metas atuariais com títulos públicos e crédito de boa qualidade, o incentivo para ampliar a exposição em ativos de risco tem sido pequeno.
Para esta coluna, selecionei cinco fundos em cada uma das três grandes classes (renda fixa, multimercados e ações) entre os que foram classificados como excelentes nas três janelas ao mesmo tempo, critério que exige consistência ao longo de três anos, e não apenas um bom período recente. A seleção não corresponde a um top 5 de cada classe: a escolha procurou cobrir categorias diferentes e incluir uma gestora por fundo. Os retornos citados são nominais, acumulados até 30 de junho de 2026.
Os fundos pós-fixados e os de crédito privado de maior qualidade concentraram os melhores resultados da renda fixa. O Bram Bancos RF Crédito Privado, fundo de crédito privado da Bradesco Asset (BRAM) com patrimônio de R$ 21 bilhões, rendeu 15,32% em 12 meses e 47,14% em 36 meses, e o Sicoob Institucional, da categoria renda fixa livre, entregou 15,42% e 47,57% nas mesmas janelas. Entre os fundos mais conservadores, o BTG Pactual Tesouro Selic Simples Institucional acompanhou de perto o CDI, com 14,73% em 12 meses, e o Caixa Brasil Matriz, que tem 470 RPPS entre seus cotistas, rendeu 14,76%.
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O ranking Melhores Fundos para Institucionais, publicado pela revista Investidor Institucional com levantamento da DataBay, avaliou o desempenho de 579 fundos de 80 gestoras até 30 de junho de 2026. O levantamento considera apenas fundos que têm entre seus cotistas investidores institucionais, isto é, entidades fechadas de previdência complementar (EFPCs), os chamados fundos de pensão, ou regimes próprios de previdência social (RPPS), que administram a aposentadoria de servidores públicos.
Para entrar na análise, o fundo precisa ter pelo menos um desses investidores como cotista direto, patrimônio mínimo de R$ 10 milhões e ao menos 12 meses de histórico. Ficam de fora fundos exclusivos, fechados e masters, além de FIDCs, FIPs e fundos imobiliários. Os fundos são agrupados por categoria, a partir da classificação da Anbima, e, em cada uma das janelas de 12, 24 e 36 meses, recebem uma nota que combina o índice de Sharpe, com peso de dois terços, e o retorno absoluto, com peso de um terço. O terço superior de cada categoria é classificado como excelente, o intermediário como adequado e o inferior como insuficiente.
O período analisado combinou juros elevados, a guerra entre Estados Unidos e Irã, com reflexos sobre o petróleo, a inflação e as expectativas para a política monetária, e a proximidade das eleições de outubro. Nesse ambiente, as gestoras ouvidas para a edição relataram carteiras mais defensivas, caixa mais alto nos fundos de crédito e maior seletividade na escolha de emissores, em um ano de dificuldades financeiras para parte das empresas. Para os investidores institucionais, que conseguem atender boa parte das metas atuariais com títulos públicos e crédito de boa qualidade, o incentivo para ampliar a exposição em ativos de risco tem sido pequeno.
Para esta coluna, selecionei cinco fundos em cada uma das três grandes classes (renda fixa, multimercados e ações) entre os que foram classificados como excelentes nas três janelas ao mesmo tempo, critério que exige consistência ao longo de três anos, e não apenas um bom período recente. A seleção não corresponde a um top 5 de cada classe: a escolha procurou cobrir categorias diferentes e incluir uma gestora por fundo. Os retornos citados são nominais, acumulados até 30 de junho de 2026.
Os fundos pós-fixados e os de crédito privado de maior qualidade concentraram os melhores resultados da renda fixa. O Bram Bancos RF Crédito Privado, fundo de crédito privado da Bradesco Asset (BRAM) com patrimônio de R$ 21 bilhões, rendeu 15,32% em 12 meses e 47,14% em 36 meses, e o Sicoob Institucional, da categoria renda fixa livre, entregou 15,42% e 47,57% nas mesmas janelas. Entre os fundos mais conservadores, o BTG Pactual Tesouro Selic Simples Institucional acompanhou de perto o CDI, com 14,73% em 12 meses, e o Caixa Brasil Matriz, que tem 470 RPPS entre seus cotistas, rendeu 14,76%.
Nas categorias expostas à marcação a mercado de títulos longos, o resultado foi mais fraco. A mediana dos fundos de renda fixa longa ficou em 8,2% em 12 meses, e o Kinea IPCA Absoluto se destacou no grupo, com 11,96% no período e 34,21% em 36 meses.

Além das 15 gestoras citadas nas tabelas, tiveram ao menos um fundo classificado como excelente em 12, 24 e 36 meses: 4UM, AdamCapital, Banco do Nordeste, Banrisul, BlackRock, Daycoval, Franklin Templeton, Galapagos Capital, Icatu Vanguarda, Meta Asset, Milênio Capital, Mirabaud, Mongeral Aegon, Occam, PIMCO, Plural, Pragma, Sicredi, Solana, SPX, SulAmérica, Tivio e XP.
Disclaimer: Os números refletem o desempenho passado e não constituem recomendação de investimento. Para quem administra recursos de previdência, a utilidade de um levantamento como este está na comparação entre fundos da mesma categoria e na possibilidade de verificar se o resultado de um ano se repete em janelas mais longas, o que permite distinguir a consistência da gestão de um período isolado favorável.
Leia todas as colunas de Guilherme Carter.
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