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Congresso e PF ampliam pressão sobre o caso Master
Publicado 18/02/2026 • 21:44 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 18/02/2026 • 21:44 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
A situação do Banco Master representa uma das maiores crises financeiras do sistema bancário brasileiro
Passado o feriado de Carnaval, as investigações sobre o Banco Master ganham novo fôlego em diferentes frentes institucionais. No Congresso, o controlador da instituição, Daniel Vorcaro, é aguardado para dois depoimentos: no dia 23 de fevereiro, na CPMI do INSS e 24 de fevereiro, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Enquanto isso, segue indefinida a instalação de uma comissão mista específica para apurar as irregularidades atribuídas ao banco. Não há, até o momento, indicação de que o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), vá pautar o colegiado. Diante da incerteza, parlamentares articulam caminhos alternativos para inserir o caso na agenda legislativa e ampliar o alcance das apurações.
Na Câmara, a deputada Carol De Toni (PL-SC) protocolou, nesta quarta-feira (18), requerimento para que o ministro do STF Dias Toffoli preste esclarecimentos na Comissão de Constituição e Justiça. Até agora, apenas o Senado discute formalmente a convocação do magistrado. Há pedidos semelhantes na CPI do Crime Organizado, que devem ser analisados na próxima semana.
Na esfera policial, o inquérito também teve novos desdobramentos. A defesa do ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa, solicitou à Polícia Federal a realização de um novo depoimento. Investigado por supostas irregularidades na operação de compra de ativos do Master pelo banco estatal, ele já havia sido ouvido em 30 de dezembro, quando participou de acareação com Vorcaro. O confronto expôs versões divergentes sobre a origem dos créditos consignados envolvidos na transação. As inconsistências foram questionadas pela delegada Fabiana Palazzo, que conduz a investigação.
Segundo os advogados de Costa, a intenção é retomar o depoimento para esclarecer pontos que teriam permanecido imprecisos após a acareação. A oitiva adicional foi autorizada, mas ainda aguarda agendamento.
No campo econômico, o Congresso também deve avançar na análise do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, formalizado em 17 de janeiro. A expectativa é que a matéria seja votada na próxima terça-feira (24). Se aprovada na comissão, seguirá ao plenário da Câmara e, depois, ao Senado. Para entrar em vigor, o tratado ainda depende da ratificação pelos Parlamentos de todos os países envolvidos.
Já na segunda-feira (23), a CPMI do INSS ouvirá Luís Felix Cardamone Neto, CEO do Banco BMG e das Lojas Help!, além dos empresários Ingrid Pikinskeni Morais Santos e Paulo Otávio Montalvão Camisotti – filho e sócio de Maurício Camisotti, preso desde setembro do ano passado sob suspeita de participação em esquema de desvio de recursos de aposentados.
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