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Cosan levanta R$ 2,5 bilhões com venda estruturada de participação na Rumo
Publicado 23/12/2025 • 07:49 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 23/12/2025 • 07:49 | Atualizado há 4 semanas
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Divulgação Instagram/Cosan
Cosan
A Cosan levantou cerca de R$ 2,5 bilhões em caixa a partir de uma operação estruturada envolvendo sua participação na Rumo, principal ativo do grupo no segmento de logística. A holding controlada por Rubens Ometto negociou aproximadamente 9,94% do capital da operadora ferroviária, mas manteve integralmente sua exposição econômica às ações por meio de contratos financeiros do tipo total return swap.
A transação foi realizada em duas etapas. A mais recente, anunciada na segunda-feira (22), envolveu a alienação de cerca de 4,96% do capital social da Rumo, combinada à contratação dos derivativos.
No dia 15 de dezembro, a Cosan já havia feito uma operação semelhante, com a venda de outros 4,98% das ações da companhia ferroviária, também acompanhada da estrutura de swaps.
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Na prática, o desenho da operação permite à Cosan antecipar recursos sem abrir mão do desempenho econômico do ativo. Embora a titularidade das ações seja transferida temporariamente a uma contraparte financeira, o que implica a cessão do direito de voto desses papéis, a holding segue exposta à valorização ou desvalorização da Rumo e ao recebimento de dividendos, mediante o pagamento de uma taxa financeira.
No mercado, esse tipo de operação costuma ser estruturado com instituições financeiras, que passam a deter as ações e administrar os riscos associados. A Cosan não informou quem foi a contraparte dos contratos firmados.
Em comunicado, a companhia destacou que a transação está alinhada à sua estratégia de gestão de liquidez e de caixa e que não altera sua participação econômica total na Rumo. A preços de tela, a operadora ferroviária é avaliada em cerca de R$ 26,9 bilhões na B3.
Após as operações, a Cosan mantém 20,33% do capital da Rumo de forma direta, por meio de ações, e outros 9,94% via derivativos financeiros, preservando, assim, sua exposição econômica ao principal ativo do grupo em logística.
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