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Com gasolina acima de R$ 20 por galão consultores recomendam transformar gasto em recompensa
Publicado 31/03/2026 • 22:08 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 31/03/2026 • 22:08 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Os preços da gasolina subiram mais de 30% desde 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel iniciaram a guerra contra o Irã. A média nacional ultrapassa US$ 4 (R$ 20,8) por galão em 31 de março, segundo a AAA.
O Estreito de Ormuz, sob controle do Irã, é uma das rotas mais importantes do mundo para o petróleo, com 31% do fluxo global de petróleo bruto passando pela região, segundo a Kpler. O bloqueio do estreito desde o início do conflito provocou grande disrupção na cadeia global de suprimentos e impulsionou os preços dos combustíveis.
O aumento dos preços da gasolina pode agravar o estresse financeiro de americanos que já enfrentam uma crise de acessibilidade. Muitos precisam escolher entre abastecer o carro para trabalhar ou lidar com custos elevados de alimentos e itens essenciais.
Outros consumidores, embora mais preparados para lidar com o choque, ainda buscam formas de economizar. “Para rendas mais altas, o aumento da gasolina é uma manchete. Para rendas médias e baixas, é um custo que afeta diretamente a estabilidade financeira e a vida diária”, afirmou Chris Jackson, planejador financeiro certificado em Charleston (Carolina do Sul).
Mais da metade dos americanos afirma que a alta da gasolina impactou as finanças da casa, segundo pesquisa Reuters/Ipsos realizada na semana de 16 de março.
Ao mesmo tempo, cresce o pessimismo com a economia. O sentimento do consumidor caiu ao menor nível em três meses em março, segundo a Universidade de Michigan, que também apontou expectativa de inflação anual de 3,8%, acima dos 3,4% registrados em fevereiro.
Clientes de maior renda não estão mudando drasticamente o comportamento, diz Jackson, mas estão “mais seletivos com gastos discricionários ou consolidando viagens”.
Reduzir o uso do carro não é opção para muitos: 78% dos americanos vão ao trabalho dirigindo, segundo o Pew Research (2023).
Se não é possível cortar o consumo, o ideal é maximizar os gastos com combustível, usando cartões de crédito com recompensas, orienta Jonathan Dane, consultor financeiro na Pensilvânia.
“Se você vai gastar mais no posto, garanta que está ganhando algo com isso. O cartão certo pode transformar um gasto frustrante em recompensas relevantes”, afirma.
Para quem não usa crédito, programas de fidelidade também ajudam. Redes como Kroger, Walmart+, além de empresas como Shell e BP, oferecem pontos e descontos que reduzem o custo por galão.
“Se usados estrategicamente, esses pontos podem reduzir significativamente o preço por galão”, diz Alex Bridges, consultor financeiro em Houston.
Para famílias que precisam ajustar gastos, especialistas recomendam reduzir itens não essenciais. “Comece cortando gastos como lojas de conveniência, pedidos frequentes no DoorDash e compras desnecessárias na Amazon”, orienta Ryan McGonigal, consultor em Maryland.
Segundo Jackson, famílias de renda média e baixa têm menos margem para cortes e precisam ser “mais táticas e conscientes”. Em alguns casos, pode ser necessário reduzir temporariamente a poupança — mas mantendo pelo menos um mês de despesas guardado.
Ele ressalta que reduzir contribuições para aposentadoria deve ser “último recurso”, sendo preferível cortar economias de curto prazo, como viagens.
O consultor também recomenda identificar “pequenos ajustes que não impactam a qualidade de vida”, como reduzir refeições fora de casa, delivery e compras não essenciais, além de buscar planos mais baratos de telefone ou seguros.
A planejadora financeira Sweta Bhargav, de Nova Jersey, observa que clientes têm priorizado manutenção do veículo e direção mais eficiente. Evitar acelerações bruscas, excesso de velocidade e manter pneus calibrados ajudam a melhorar o consumo, segundo o Departamento de Energia dos EUA.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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