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Investigado pelo MP, ex-CFO do Itaú tem casa apreendida em São Paulo
Publicado 28/02/2025 • 13:18 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 28/02/2025 • 13:18 | Atualizado há 11 meses
KEY POINTS
Alexsandro Broedel Lopes, executive sênior do Itaú Unibanco.
Divulgação LinkedIn.
O Ministério Público Federal abriu uma investigação para apurar um suposto desvio de fundos por parte de Alexsandro Broedel Lopes, ex-executivo sênior do Itaú Unibanco, enquanto trabalhava na empresa.
Segundo a instituição, Lopes — contratado pelo Santander no ano passado para o cargo de diretor de contabilidade — infringiu as políticas internas do Itaú ao se envolver com pagamentos irregulares por pareceres encomendados pelo banco.
Após investigar a conduta do ex-executivo por vários meses, o Itaú concluiu haver fortes indícios de que, entre 2019 e 2024, Lopes redirecionou parte dos valores recebidos para contas de Broedel por meio de uma empresa intermediária. O montante chega a R$ 4,860 milhões.
Segundo documentos obtidos pela Bloomberg, o ex-CFO teve sua casa apreendida por decisão de um juiz em São Paulo. Em um processo judicial, o Itaú afirmou que Broedel — atual vice-presidente sênior do Santander em Madri — estava tentando vender o imóvel. O executivo pode precisar do mesmo para pagar uma indenização de R$ 3,35 milhões — valor solicitado pela instituição financeira.
A juíza Larissa Gaspar Tunala acatou o pedido e, em decisão emergencial, bloqueou a venda do imóvel.
Para o Itaú, Broedel omitiu da instituição que mantinha uma empresa como um sócio e que realizava atividades externas de consultoria. As acusações afirmam que ele teria contratado 40 pareceres de consultoria entre os anos de 2019 e 2024, obtendo vantagens indevidas devido ao seu cargo de diretor financeiro.
O banco sugere que os serviços podem nunca ter sido prestados, já que não conseguiu localizar alguns desses pareceres. Broedel também teria recebido 40% dos pagamentos dessas atividades de forma indireta e ilegal, por meio de uma terceira empresa.
A defesa de Broedel afirmou que as acusações “são infundadas e sem sentido”, e que causou “estranheza” ao seu cliente que o banco tenha levantado suspeitas depois que ele renunciou ao cargo para assumir uma posição global no Santander.
“O senhor Broedel é um executivo sênior altamente conceituado que, até julho, era diretor financeiro do Itaú. Ele deve assumir o cargo (de diretor de contabilidade) mais adiante neste ano e estamos monitorando quaisquer desenvolvimentos”, disse um porta-voz do Santander à Reuters.
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