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JD.com mantém avanço robusto em vendas e acelera aposta fora da China
Publicado 14/08/2025 • 11:02 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 14/08/2025 • 11:02 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Foto por WANG ZHAO / AFP
Esta foto, tirada em 3 de novembro de 2015, mostra um motorista do marketplace JD.com sorrindo enquanto está sentado em seu caminhão em frente ao armazém da empresa em Langfang, na província chinesa de Hebei.
A JD.com registrou forte crescimento de receita no segundo trimestre, beneficiada pelo aumento no tráfego de usuários, apesar da acirrada concorrência nos mercados de comércio eletrônico e entrega de alimentos na China.
Nos últimos anos, a varejista online com sede em Pequim tem enfrentado pressão diante da queda persistente no consumo doméstico e do avanço de rivais, especialmente o Alibaba.
No trimestre encerrado em 30 de junho, a receita líquida somou 356,7 bilhões de yuans (US$ 49,8 bilhões), alta de 22,4% em relação ao mesmo período de 2024, segundo balanço divulgado na Bolsa de Hong Kong. O lucro líquido, porém, recuou para 6,2 bilhões de yuans, ante 12,6 bilhões no ano anterior.
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A CEO da JD.com, Sandy Xu, afirmou que a companhia registrou “impulso sustentado” tanto no negócio principal de varejo quanto no serviço de entrega de alimentos. “Vimos crescimento robusto no tráfego de usuários, no número de clientes ativos no trimestre e na frequência de compras na plataforma”, disse.
Lançado em fevereiro, o serviço próprio de entrega de refeições da JD.com busca disputar mercado com a líder Meituan. Neste ano, a empresa isentou de taxas de entrega os restaurantes que se registraram até 1º de maio, em uma estratégia para atrair parceiros e competir também com a Ele.me, plataforma controlada pelo Alibaba.
A entrada no setor ocorre em meio ao incentivo do governo de Pequim às plataformas de serviços online como vetor de emprego e estímulo ao consumo. Mas a escalada da rivalidade levantou alertas sobre possíveis práticas desleais, levando o regulador do mercado chinês a cobrar que JD.com, Meituan e Ele.me sigam estritamente a legislação de comércio eletrônico.
No fim de julho, a JD.com anunciou acordo de 2,2 bilhões de euros (US$ 2,5 bilhões) com a alemã Ceconomy para ampliar sua presença na Europa. A Ceconomy controla as redes MediaMarkt e Saturn, que operam mais de mil lojas de eletrônicos, principalmente na Alemanha, mas também em outros países europeus.
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