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Mercado pet brasileiro deve bater recorde de faturamento em 2026
Publicado 23/04/2026 • 06:30 | Atualizado há 22 minutos
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Publicado 23/04/2026 • 06:30 | Atualizado há 22 minutos
KEY POINTS
O mercado pet brasileiro mantém sua trajetória de expansão acelerada e deve atingir um faturamento recorde em 2026, consolidando-se como um dos setores mais resilientes da economia, disse Cleber Santos, CEO da Comport Pet, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
O especialista explicou que o crescimento de quase 10% é sustentado por uma mudança profunda na relação entre tutores e animais, que passaram a ser tratados como membros da família: “Esse crescimento demanda muito porque agora as pessoas estão vendo os pets como filhos. Serviços como creche, hospedagem e até novidades como reiki e yoga para cães estão fazendo toda essa composição desse crescimento”, afirmou.
A humanização dos animais transformou o perfil de consumo e gerou novas oportunidades de negócios híbridos que atendem simultaneamente humanos e animais: “O atendimento acaba sendo duplo, pois o dono quer ser bem recebido. Já existem salões de cabeleireiro e cafés que oferecem receitas e alimentação tanto para o pet quanto para o humano, gerando receitas duplas em muitas dessas situações”, destacou.
Sobre a resistência do setor a crises econômicas, Cleber Santos observou que os gastos com bem-estar animal tornaram-se prioridade absoluta no orçamento das famílias brasileiras: “Na pandemia, o pet manteve 100% dos serviços e os donos gastaram inclusive muito mais. O ticket médio mensal, que antes era em torno de R$ 390 ou R$ 400, hoje já passou de R$ 2.000 em muitas famílias”, comparou.
O empreendedorismo na área também está em alta, mas exige uma qualificação técnica rigorosa para que os novos negócios sobrevivam em um mercado cada vez mais exigente: “Ao mesmo tempo que o mercado abre portas, as pessoas têm que estar preparadas, pois o cuidado é muito peculiar. Cuidar de pet não é apenas gostar de animal, você tem que amar pessoas, pois são os donos que pagam as contas”.
Por fim, o especialista ressaltou que a educação comportamental é a base para a harmonia das famílias multiespécies e uma ferramenta crucial contra o abandono: “A maioria das devoluções ocorre por problemas de higiene ou agressividade. O adestrador é importantíssimo para fazer humanos entenderem os pets, garantindo que o animal saiba se comportar em locais públicos e ganhe cada vez mais acesso à sociedade”.
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