Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Netflix, Apple TV+ e Disney+: por que o streaming está mais caro
Publicado 02/09/2026 • 20:00 | Atualizado há 37 minutos
Dow Jones sobe quase 300 pontos e interrompe sequência de três quedas, com alívio nos Treasuries
Trump propõe renomear o Estreito de Ormuz para ‘Estreito Trump’
Chevron vai ampliar operações na Venezuela e mais que dobrar produção com investimento de US$ 7 bilhões
CEO da Berkshire, Abel diz que Alphabet é uma “empresa relevante” em I.A após aumento da participação no 2º trimestre
Banco do Canadá avalia impacto das tarifas de Trump antes de decidir sobre juros
Publicado 02/09/2026 • 20:00 | Atualizado há 37 minutos
KEY POINTS
Foto: unsplash
Netflix, Apple TV+ e Disney+: por que o streaming está mais caro
O streaming ficou mais caro em 2026. Netflix, Apple TV+, Disney+, Peacock, Paramount+, Max e Amazon Prime Video estão entre as plataformas que elevaram preços ou revisaram planos ao longo do ano. O movimento ocorre enquanto as empresas ampliam investimentos em produções próprias, esportes ao vivo e conteúdos exclusivos.
A sequência de aumentos ganhou um novo capítulo com o Apple TV+. A empresa reajustou a assinatura pela quarta vez em quatro anos nos Estados Unidos. A mensalidade passou de US$ 12,99 (aproximadamente R$ 66,13) para US$ 14,99 (R$ 76,32), enquanto o plano anual subiu de US$ 99 (R$ 504,02) para US$ 119 (R$ 605,83). O Apple One Individual também ficou mais caro, passando de US$ 19,95 (R$ 101,57) para US$ 21,95 (R$ 111,73) mensais.
De acordo com o The Times Of India, essa sequência de reajustes ganhou o nome de “streamflação”, termo usado para descrever a alta contínua dos custos das assinaturas. Para o consumidor, a consequência aparece na conta: manter vários serviços ao mesmo tempo ficou mais caro.
Leia também: Projeto de lei quer criar imposto sobre I.A caso tecnologia elimine empregos
O aumento chama atenção porque o Apple TV+ chegou ao mercado em 2019 com mensalidade de US$ 4,99. Com o novo preço de US$ 14,99 (R$ 76,32), a assinatura americana ficou aproximadamente três vezes mais cara. A plataforma passou por reajustes sucessivos desde então. O preço chegou a US$ 6,99 (R$ 35,58) em 2022, subiu para US$ 9,99 (R$ 50,85) em 2023, alcançou US$ 12,99 (R$ 66,13) em 2025 e agora chegou aos US$ 14,99 (R$ 76,32).
Para novos assinantes, o valor atualizado entrou em vigor imediatamente nos Estados Unidos. Já os clientes atuais recebem aviso antes da próxima cobrança e passam a pagar o novo preço no ciclo seguinte.
A Apple não está sozinha nessa estratégia. Segundo o levantamento Netflix, Disney+, Peacock, Paramount+, Max e Amazon Prime Video também revisaram preços em 2026.
As mudanças variam entre as empresas. A Netflix elevou os valores de diferentes níveis de assinatura, enquanto a Disney+ aumentou preços de pacotes antigos. O Peacock reajustou os planos Base e Premium, e a Paramount+ revisou as modalidades Essential e Premium.
O Max também aumentou o preço do plano Premium. Já a Amazon Prime Video elevou o custo do complemento que permite assistir ao conteúdo sem anúncios.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCUm dos principais fatores por trás dos aumentos é o custo para produzir e adquirir conteúdo. As plataformas disputam a atenção do público com filmes, séries, programas exclusivos e transmissões esportivas.
A Apple investiu bilhões de dólares em produções originais como “Ruptura”, “Ted Lasso”, “The Morning Show”, “Silo” e “Dark Matter”. Além disso, ampliou sua presença no esporte com transmissões de Fórmula 1, Major League Soccer e MLB.
Outro diferencial do Apple TV+ é a oferta de um único plano sem anúncios. A assinatura inclui recursos como 4K, Dolby Vision e Dolby Atmos, conforme o conteúdo e o dispositivo. Por outro lado, a ausência de uma opção mais barata coloca a plataforma em uma posição diferente de concorrentes que oferecem planos com publicidade.
Leia também: Cade rejeita pedido da Keeta contra 99Food, mas mantém investigação
Com os reajustes, manter várias assinaturas simultaneamente exige mais planejamento. O usuário que acompanha produções de diferentes plataformas pode optar por alternar os serviços em vez de pagar por todos mensalmente.
A estratégia pode funcionar principalmente para quem acompanha séries específicas. Nesse caso, o consumidor assina uma plataforma durante o período de interesse, cancela depois e migra para outro serviço.
O Apple TV+ ainda pode valer a pena para quem acompanha suas produções originais e prefere uma experiência de streaming sem anúncios. Já quem assiste ocasionalmente pode considerar o custo menos vantajoso diante das alternativas disponíveis.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Bilibili chega ao Brasil: veja os requisitos para monetizar
2
Mansur, ex-proprietário da Reag, oferece à PGR informações sobre R$ 20 bilhões atribuídos a Daniel Vorcaro
3
Uber demite 3.300 funcionários, acaba com home-office e elimina 20% dos gestores; ação avança 2% no pré-market
4
iPhone 18 Pro: veja tudo o que já foi revelado sobre o novo aparelho
5
Com dívidas, Chilli Beans nega recuperação judicial e anuncia novo vice-presidente