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Nissan prevê prejuízo anual de até R$ 26 bilhões
Publicado 24/04/2025 • 12:43 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 24/04/2025 • 12:43 | Atualizado há 1 ano
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Nissan.
A gigante japonesa do setor automotivo, Nissan, emitiu um alerta severo na quinta-feira (24), prevendo um prejuízo gigantesco de até R$ 26 bilhões no ano fiscal de 2024-25.
Entre as 10 maiores montadoras em vendas por unidade, a Nissan está fortemente endividada, cortando empregos e, assim como seus concorrentes, agora enfrenta os ventos contrários das tarifas de veículos do presidente dos EUA, Donald Trump.
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“Como parte da revisão das previsões, a Nissan espera registrar um prejuízo líquido de 700 a 750 bilhões de ienes (R$ 24 bilhões a R$ 26 bilhões) para o ano fiscal de 2024”, afirmou um comunicado da empresa na quinta-feira (24).
“A revisão se deve a custos relacionados ao seu plano de reestruturação em andamento, e outros fatores”, acrescentou, semanas antes do anúncio de seus resultados anuais, marcado para 13 de maio.
Em fevereiro, a empresa havia projetado um prejuízo líquido menor de 80 bilhões de ienes (R$ 2,72 bilhões) no ano fiscal de 2024-25, que terminou em 31 de março.
Antes disso, anunciou o corte de 9 mil empregos em todo o mundo e a redução de sua capacidade de produção em 20 por cento.
Em março, seu diretor executivo renunciou e os investidores se afastaram, fazendo com que as ações da Nissan caíssem mais de 40 por cento no último ano.
Desde abril, os Estados Unidos impuseram uma sobretaxa de 25 por cento sobre todos os veículos importados.
“Estamos tomando a medida prudente de revisar nossa previsão anual, refletindo uma análise completa de nosso desempenho e do valor contábil dos ativos de produção”, disse o novo CEO Ivan Espinosa em um comunicado na quinta-feira (24).
A Nissan tem enfrentado crise após crise nos últimos anos, sendo impactada pela prisão do ex-chefe Carlos Ghosn, pela pandemia e pela guerra na Ucrânia.
Além disso, no início deste ano, as negociações de fusão com sua rival Honda fracassaram, e a Moody’s e outras agências rebaixaram a classificação de crédito da Nissan para o nível especulativo.
“Agora antecipamos um prejuízo líquido significativo para o ano, devido principalmente a uma grande desvalorização de ativos e custos de reestruturação, à medida que continuamos a estabilizar a empresa”, afirmou Espinosa.
“Apesar desses desafios, temos recursos financeiros significativos, um forte pipeline de produtos e a determinação de reverter a situação da Nissan no próximo período.”
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