CNBC

CNBCS&P 500 fecha em novo recorde, impulsionado por dados de inflação mais fracos e queda nos preços do petróleo

Bolsa de Valores

S&P 500 fecha em novo recorde, impulsionado por dados de inflação mais fracos e queda nos preços do petróleo

Publicado 13/08/2026 • 18:49 | Atualizado há 53 minutos

KEY POINTS

  • S&P 500 supera 7.800 pontos e bate novo recorde histórico.
  • Dados de inflação nos EUA reduzem apostas em alta de juros em setembro.
  • Nasdaq avança 0,81% com alta de Meta, Micron e Netflix.

AFP

O S&P 500 atingiu uma nova máxima histórica intradiária nesta quinta-feira, em meio à queda dos preços do petróleo e à divulgação de novos dados de inflação, avaliados de perto pelos investidores.

O principal índice de ações dos EUA subiu 0,65% e superou os 7.800 pontos pela primeira vez. O S&P 500 também bateu recorde no fechamento, aos 7.798,99 pontos. O Nasdaq Composite avançou 0,81%, para 26.803,03 pontos, impulsionado pelas altas das ações de Meta Platforms, Micron Technology e Netflix. Já o Dow Jones Industrial Average teve uma alta mais modesta, de 0,13%, ou 69,72 pontos, encerrando o pregão aos 53.839,99 pontos.

Os contratos futuros do petróleo Brent recuaram mais de 2%, para US$ 87,07 (R$ 452,76) por barril. Os futuros do West Texas Intermediate (WTI) também caíram mais de 2%, a US$ 81,25 (R$ 422,50) por barril. A queda veio em meio à avaliação dos investidores de que a demanda por petróleo pode enfraquecer com a continuidade da guerra entre os EUA e o Irã.

Leia mais: Ibovespa amarga 8ª queda seguida e fecha aos 167 mil pontos com fuga de capital estrangeiro

Wall Street também repercutiu nesta quinta-feira novos dados de inflação nos EUA. O índice de preços ao produtor (PPI) de julho (que mede quanto os atacadistas pagam por matérias-primas e outros insumos) ficou estável no mês, contrariando a expectativa de alta de 0,2% dos economistas consultados pelo Dow Jones. Excluindo os preços mais voláteis de alimentos e energia, o núcleo do PPI subiu 0,2%, ligeiramente abaixo dos 0,3% esperados.

O PPI veio abaixo das expectativas um dia depois de o índice de preços ao consumidor (CPI) de julho ficar em linha com as projeções.

Times Brasil - CNBC

Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Siga o Times | CNBC

O CPI subiu 0,1% em julho em relação ao mês anterior, exatamente como esperado. O resultado mais moderado ajudou a impulsionar o S&P 500, que encerrou em alta pela primeira vez em três sessões. Os dados também levaram os investidores a reduzir as apostas em uma alta dos juros pelo Federal Reserve em setembro.

Leia mais: Ouro recua após sequência de altas com inflação dos EUA no radar

“Por enquanto, os dados de inflação não são suficientes para atrapalhar o que continua sendo um mercado impulsionado pelos resultados das empresas”, disse Bill Merz, chefe de pesquisa de mercados de capitais da U.S. Bank Asset Management.

“Agora, resta saber como o Fed, sob o comando do novo presidente, Kevin Warsh, vai interpretar esses números e o que fará a respeito, se é que fará alguma coisa. Essa continua sendo uma fonte de incerteza para os mercados”, afirmou. “Mas, por enquanto, qualquer sinal de moderação adicional no CPI e no PPI é positivo.”

A Cisco Systems foi um dos principais destaques negativos do dia. As ações da empresa caíram mais de 8% depois que seus resultados trimestrais mais recentes decepcionaram os investidores. Cerebras e Coherent também recuaram após a divulgação de seus balanços: as ações da primeira despencaram quase 12%, enquanto as da segunda caíram cerca de 8%.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.

MAIS EM Bolsa de Valores