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OpenAI mira 2026 como ano de adoção prática e crescimento de receita
Publicado 19/01/2026 • 17:00 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 19/01/2026 • 17:00 | Atualizado há 2 horas
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REUTERS/Mike Segar
A OpenAI fará de 2026 o seu ano de “adoção prática”, disse a diretora financeira da startup de inteligência artificial em um blog publicado no domingo.
“A prioridade é fechar a lacuna entre o que a IA já torna possível e como pessoas, empresas e países a utilizam no dia a dia”, escreveu a CFO da OpenAI, Sarah Friar. “A oportunidade é grande e imediata, especialmente em saúde, ciência e no setor corporativo, onde uma inteligência melhor se traduz diretamente em melhores resultados.”
No blog, Friar detalhou como a OpenAI enxerga sua estratégia para impulsionar a monetização de seus serviços, como o ChatGPT, ao mesmo tempo em que garante o poder computacional necessário para sustentar esses produtos, afirmando que a receita do laboratório de IA acompanha diretamente a disponibilidade de sua infraestrutura técnica. A capacidade computacional da OpenAI cresceu de 0,2 gigawatts em 2023 para cerca de 1,9 GW em 2025, enquanto a taxa anual de receita da empresa cresceu de forma semelhante, de US$ 2 bilhões (R$ 10,74 bilhões) em 2023 para mais de US$ 20 bilhões (R$ 107,4 bilhões) no ano passado, disse Friar.
“Este é um crescimento nunca antes visto em tal escala”, escreveu ela. “E acreditamos firmemente que mais capacidade computacional nesses períodos teria levado a uma adoção mais rápida por parte dos clientes e a uma monetização maior.”
O blog de Friar surge em um momento em que a OpenAI e o foco da indústria de tecnologia em IA passam por um escrutínio devido aos investimentos massivos necessários para construir data centers e garantir a energia e os componentes exigidos para alimentar essa tecnologia de ponta, que ainda não entregou grandes retornos de receita para os investidores.
Entre esses acordos importantes está um contrato entre a OpenAI e a fabricante de chips de IA Nvidia, anunciado em setembro. Pelo acordo, a Nvidia afirmou que se comprometeria com US$ 100 bilhões (R$ 537 bilhões) para apoiar a startup de IA enquanto ela constrói e implementa pelo menos 10 GW de sistemas da Nvidia.
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Um gigawatt é uma medida de potência, e 10 GW equivalem aproximadamente ao consumo anual de energia de 8 milhões de residências nos Estados Unidos, de acordo com uma análise da CNBC baseada em dados da Administração de Informação de Energia.
No entanto, em novembro, a Nvidia informou aos investidores que não havia “nenhuma garantia” de que seu acordo com a OpenAI avançaria além de um anúncio para a fase de contrato oficial.
“Garantir capacidade computacional de classe mundial exige compromissos assumidos com anos de antecedência, e o crescimento não ocorre de forma perfeitamente linear”, escreveu Friar, acrescentando que o sistema exige disciplina.
Há três anos, a OpenAI dependia de um único provedor de computação, mas agora trabalha com um ecossistema diversificado, disse Friar.
“Podemos planejar, financiar e implantar capacidade com confiança em um mercado onde o acesso à computação define quem consegue escalar”, escreveu ela.
O modelo de negócios da OpenAI deve escalar junto com seus serviços, disse Friar.
“À medida que a inteligência avança para a pesquisa científica, descoberta de medicamentos, sistemas de energia e modelagem financeira, novos modelos econômicos irão surgir”, escreveu.
O blog foi publicado após a OpenAI ter anunciado, na semana passada, que planeja começar a testar anúncios para alguns usuários do ChatGPT nos Estados Unidos. Esse movimento ocorre enquanto a OpenAI se prepara para uma possível estreia no mercado público ainda este ano.
“A monetização deve parecer nativa à experiência”, escreveu Friar. “Se não agrega valor, não pertence a ela.”
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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