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Presidente da Petrobras afirma que preços de gasolina e diesel estão abaixo da paridade
Publicado 26/05/2025 • 19:34 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 26/05/2025 • 19:34 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Rafael Pereira/Agência Petrobras
Magda Chambriard, presidente da Petrobras
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que tanto a gasolina quanto o diesel estão abaixo do preço de paridade internacional, e que a petroleira pode reduzir seus preços nas refinarias caso a cotação do petróleo continue caindo.
“Estamos acompanhando. Se cair mais o preço do petróleo, por certo vamos reduzir o preço dos combustíveis. Eu não estou falando só da gasolina não. Estou falando da gasolina, do diesel, do QAV, do GLP, enfim, o que nós fazemos é um acompanhamento constante”, declarou Magda a jornalistas, após participar do evento Nova Indústria Brasil, em comemoração ao Dia da Indústria, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.
Segundo a executiva, no momento, a empresa está “confortável” com o patamar de preços. “Nesse momento, nós estamos confortáveis com o preço da gasolina e do diesel, o que não quer dizer que nós vamos seguir acompanhando e verificando as tendências de aumento, as tendências de diminuição e, vamos dizer assim, o fornecimento dos nossos produtos em toda, em todas as refinarias brasileiras”, declarou Magda.
Questionada sobre se já é possível esperar uma redução no querosene de aviação, reajustado todo mês, a presidente da Petrobras disse que pode haver redução já no próximo anúncio, previsto para o dia 1º de cada mês, caso a cotação do Brent tenha baixado e o real se valorizado.
“Não fiz a conta ainda, mas se o preço do Brent baixou e se o câmbio se valorizou, tem tudo para ser redução. Eu não fiz essa conta ainda”, respondeu.
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A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que a Braskem é um ativo muito importante para a companhia e que a petroleira não largará “de jeito nenhum” a petroquímica. Quanto à questão societária, Magda reconhece que há um problema e que a oferta do empresário Nelson Tanure pela Braskem “vem na direção dessa solução”.
“A petroquímica tem hoje uma questão para Petrobras que é societária. A Braskem tem uma questão societária que a gente precisa resolver e a proposta do Tanure vem na direção dessa solução, como também uma movimentação dos bancos no passado vinha em torno dessa solução. O máximo que eu posso dizer para vocês é que eu espero que qualquer que seja a solução, que dê certo, que terá o apoio da Petrobras, e que nós vamos sim restaurar a petroquímica no Brasil e botar a petroquímica do Brasil no patamar que ela merece”, declarou Magda a jornalistas, após participar do evento Nova Indústria Brasil, em comemoração ao Dia da Indústria, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.
Questionada se a Petrobras poderia aumentar sua participação acionária na Braskem, Magda respondeu que “por enquanto, vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos”.
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Seguir no Google“A Braskem é hoje a sexta maior petroquímica do mundo. Então, por óbvio, ele é um ativo muito importante para a Petrobras. Quando a gente fala em descarbonização, quando a gente fala em redução do combustível fóssil etc, a gente tem uma certeza: que o combustível fóssil ainda será muito utilizado nas próximas muitas décadas para uso petroquímico. Então, a gente fala de um gás para petroquímica, a gente fala de uma nafta para petroquímica, mais gás do que nafta. Nós falamos de uma Petrobrás que produz óleo e gás associado, não podemos então largar de mão de jeito nenhum a Petroquímica”, afirmou a executiva.
Quanto à diferença dos preços de combustíveis nas refinarias da Petrobras e as bombas no varejo, o efetivamente cobrado do consumidor, Magda reforça que a petroleira está cobrando menos do que no fim de 2022. “Os nossos preços nas refinarias são 36% menores”, disse ela.
Em relação ao patamar de preços de 31 de dezembro de 2022, as refinarias da Petrobras estão cobrando atualmente cerca de 26% menos pelo diesel e cerca de 11% a 12% menos pela gasolina. “O que a gente pode dizer é reiterar isso, é dizer isso mais vezes, muito, cada vez mais alto, para que sociedade entenda que ela própria tem que buscar a redução de preços e pressionar a redução de preços”, defendeu Magda.
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