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A conta de água vai ficar mais cara
Publicado 02/12/2025 • 09:48 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 02/12/2025 • 09:48 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Divulgação/Sabesp
Carro da Sabesp
A conta de água vai ficar ainda mais cara. A Sabesp informou que a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) autorizou um reajuste médio de 6,5% nas tarifas de água e esgoto, válido a partir de 1º de janeiro de 2026.
Segundo a companhia, a aplicação do índice representa, em leitura preliminar, um impacto estimado de 10,6% na conta de água dos consumidores.
A autorização consta em deliberação publicada pela agência reguladora. A Sabesp afirmou que ainda está analisando os detalhes técnicos do reajuste e divulgará, ao longo do dia, esclarecimentos sobre os principais componentes tarifários. A companhia também informou que manterá o mercado atualizado sobre eventuais desdobramentos.
O reajuste na conta de água ocorre no contexto da revisão anual das tarifas do setor, que considera custos operacionais, investimentos, variações inflacionárias e parâmetros regulatórios definidos pela Arsesp.
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Concluída em 23 de julho de 2024, a privatização da Sabesp fez a empresa assumir um plano de investimentos de cerca de R$ 70 bilhões até 2029, com antecipação em quatro anos da universalização dos serviços de água e esgoto, antes projetado para 2033.
O processo de privatização da Sabesp foi iniciado em 2021, logo após a aprovação do Marco do Saneamento, com a mudança no modelo de contratos da empresa com as cidades. A empresa já tinha ações distribuídas na bolsa de valores, porém 50,3% das ações pertenciam ao governo estadual.
A venda foi concluída com a aquisição de 32% das ações da empresa pelo valor de R$ 14,7 bilhões, comemorados pelo governo estadual, mas criticados pela oposição. O valor pedido por cada ação foi de R$ 67, enquanto o preço dos papéis no pregão era de R$ 87 cada. Esta semana, a ação está negociada em torno de R$ 110 cada.
A Equatorial Participações e Investimentos adquiriu 15% das ações, tornando-se a empresa investidora de referência, sem enfrentar concorrência. Os demais 17% dos papéis foram vendidos na época pelo mesmo preço da ação (R$ 67), a pessoas físicas, jurídicas e funcionários da companhia.
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