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Sergio Rial é o primeiro brasileiro em lista de conselheiros mais influentes do mundo do WSJ
Publicado 19/05/2025 • 16:33 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 19/05/2025 • 16:33 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
O executivo Sergio Rial, ex-CEO da Americanas, é o representante do Brasil no ranking dos 250 conselheiros corporativos mais influentes do mundo, divulgado pelo The Wall Street Journal esta semana.
Rial ocupa a 46ª posição na lista, que considera o desempenho das empresas nas quais esses profissionais atuam e a posição que ocupam em seus respectivos conselhos. Atualmente, o executivo integra os conselhos de companhias como Delta Airlines, Orbia, Cyrela, BRF e Vibra.
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O ranking é elaborado pelo The Wall Street Journal Leadership Institute em parceria com a Bendable Labs. Para a edição de 2025, foram avaliados mais de 4 mil conselheiros atuantes em empresas do S&P 500, além de integrantes de conselhos de cerca de 1.300 companhias fora desse índice.
A metodologia utiliza 18 indicadores fornecidos por sete instituições de dados. Esses critérios são agrupados em três pontuações parciais: perfil individual, desempenho da empresa e participação em conselhos de empresas de grande porte.
Entre os critérios de pontuação, conselheiros recebem pontos por ocuparem posições como lead independent director, integrarem comitês de auditoria, nomeação ou remuneração, e pela presidência desses comitês. A atuação como CEO em outra companhia também é valorizada, assim como a diversidade de gênero, raça ou etnia.
O desempenho das empresas em que os conselheiros atuam é considerado a partir de avaliações sobre riscos financeiros, de litígio, vulnerabilidade a investidores ativistas, governança corporativa, controvérsias ambientais e sociais, e desempenho de mercado em comparação com o S&P 500 e concorrentes do setor.
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Siga o Times | CNBCAlém disso, a participação em conselhos de empresas ranqueadas no Management Top 250, também do The Wall Street Journal, e em empresas listadas na Fortune 500, Fortune 100 e Fortune 50 gera pontuação adicional.
O The Wall Street Journal planeja incorporar novas fontes de dados nas próximas edições do ranking, visando ampliar a visibilidade sobre a atuação de conselhos corporativos, historicamente restrita ao ambiente interno das empresas.
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