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Shein diz que o aumento de tarifas dos EUA não vai parar a onda de fast-fashion
Publicado 15/03/2025 • 17:02 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 15/03/2025 • 17:02 | Atualizado há 1 ano
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Wikipedia Commons
Fachada da Shein
As tarifas impostas pelo governo Trump não vão expulsar a gigante da fast-fashion Shein do mercado dos EUA, disse o presidente executivo Donald Tang à AFP.
O chefe da plataforma online, que foi alvo de escrutínio por sua pegada ambiental e alegações de violações de direitos humanos, também insistiu que a empresa não usa trabalho forçado.
“Não estamos nos concentrando na política alfandegária”, disse Tang sobre as novas taxas de importação dos EUA, falando durante uma visita à França esta semana.
“Encontraremos uma maneira de entregar as mercadorias”, acrescentou, dizendo que o “modelo de negócios” da Shein viu a empresa passar por outras perturbações comerciais globais, como a pandemia do coronavírus.
Desta vez, no entanto, a China está diretamente na mira de Washington, com tarifas adicionais de 20% cobradas sobre produtos importados do país.
O governo Trump também lançou dúvidas sobre se pacotes importados com valor inferior a US$ 800 continuarão a desfrutar do status de isenção de impostos.
A Shein — uma empresa fundada na China, mas agora sediada em Cingapura — e a Temu surfaram por anos nessa prática para enviar dezenas de bilhões de dólares em produtos para os EUA a partir de sua rede de fábricas chinesas.
Tang disse que, aconteça o que acontecer, “faremos o possível para garantir que o interesse e a experiência dos clientes não sejam afetados” — sem detalhar detalhes específicos.
A marca anunciou recentemente que injetará 200 milhões de euros (US$ 220 milhões) em projetos europeus de economia circular e reciclagem, em uma tentativa de polir sua imagem.
A União Europeia e países individuais, incluindo a França, já estão avaliando regulamentações para limitar o desperdício de gigantes da fast-fashion.
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Juliana Colombo é jornalista especializada em economia e negócios. Já trabalhou nas principais redações do país, como Valor Econômico, Forbes, Folha de S. Paulo e Rede Globo.
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