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Tarifaço e incertezas econômicas já afetam micro e pequenas empresas, alerta SIMPI
Publicado 17/04/2025 • 10:25 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 17/04/2025 • 10:25 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Os impactos do aumento das tarifas dos Estados Unidos, conhecido como “tarifaço”, já começam a ser sentidos por micro e pequenas empresas brasileiras, segundo Joseph Couri, presidente do SIMPI (Sindicato da Micro e da Pequena Indústria do Estado de São Paulo).
“A relação de importação e exportação mudou, e o risco de desabastecimento já está se tornando uma preocupação”, disse Couri, em entrevista ao Times Brasil – Licenciando Exclusivo CNBC nesta quinta-feira (17).
Couri destacou que, além do aumento de custos, o cenário de incertezas globais traz uma preocupação adicional: “Será que os consumidores terão poder aquisitivo para comprar esses produtos?”. Segundo ele, com as tarifas mais altas e a instabilidade econômica, a resposta é negativa, o que pode impactar diretamente a demanda e agravar a crise para as empresas de menor porte.
A dúvida sobre o impacto a longo prazo também persiste. “Hoje, o problema é um, mas daqui a 90 dias, o cenário pode ser totalmente diferente”, disse.
Para o especialista, a complexidade do cenário atual é amplificada pela globalização das cadeias de produção, que faz com que a produção de muitos produtos dependa de múltiplos países, o que eleva os custos de acordo com as relações internacionais.
“Com a disputa entre Estados Unidos e China, empresas que dependem de exportações estão tendo dificuldades para encontrar novos fornecedores”, disse Couri, ressaltando que a falta de recursos financeiros dificulta a adaptação dessas empresas a novos mercados.
“O impacto não é apenas para as pequenas empresas ou para os consumidores, mas para o mundo todo. A escalada dessa disputa pode afetar até mesmo a estabilidade das moedas e a confiança global”, concluiu.
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