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Dr. Inovação: IA e novos testes aceleram diagnóstico precoce e ampliam acesso à medicina de precisão
Publicado 20/07/2026 • 17:26 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 20/07/2026 • 17:26 | Atualizado há 2 meses
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A incorporação de inteligência artificial, exames genéticos e novos métodos de coleta está transformando a medicina diagnóstica e reduzindo o tempo para identificar doenças, afirmou nesta segunda-feira (20) Pedro Batista, notável do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC e fundador e CEO da Horuss AI em sua participação no quadro “Dr. Inovação”.
“O diagnóstico é a etapa mais importante da jornada do paciente. Quanto mais cedo conseguimos identificar uma doença, mais rapidamente iniciamos o tratamento e maiores são as chances de sucesso”, disse.
Segundo Batista, entre as tecnologias que mais avançam está a biópsia líquida, exame capaz de identificar fragmentos de DNA tumoral circulando na corrente sanguínea.
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O especialista explicou que a técnica já permite detectar dezenas de tipos de câncer a partir de um simples exame de sangue, tornando o rastreamento menos invasivo e potencialmente mais eficiente.
Outro avanço destacado por Batista é a utilização da tecnologia CRISPR na medicina diagnóstica.
Segundo ele, o método permite identificar alterações específicas no DNA associadas a diferentes doenças, oferecendo diagnósticos mais rápidos e direcionando o tratamento com maior precisão.
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“Quando conseguimos localizar rapidamente aquele marcador genético relacionado à doença, também conseguimos antecipar o tratamento e aumentar as possibilidades de cura”, afirmou.
O especialista ressaltou que essas tecnologias vêm recebendo investimentos crescentes das empresas do setor e devem ganhar espaço nos próximos anos dentro da medicina personalizada.
Apesar da evolução tecnológica, Batista alertou que um dos principais gargalos da saúde brasileira continua sendo o intervalo entre o diagnóstico e o início do tratamento.
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Siga o Times | CNBCSegundo levantamento realizado pela Oross.AI, o cenário é especialmente preocupante nos casos de câncer de mama, em que muitos pacientes ainda aguardam além dos 60 dias considerados como referência para o início da terapia.
Na avaliação dele, reduzir esse tempo pode gerar impacto tão relevante quanto o próprio avanço das ferramentas de diagnóstico.
Batista também destacou um dispositivo já aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que permite às mulheres realizarem a coleta de material para exames de forma autônoma.
O equipamento foi desenvolvido para auxiliar na identificação do HPV e de até 27 infecções sexualmente transmissíveis, permitindo que a amostra seja enviada posteriormente para análise laboratorial.
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Segundo ele, o material coletado permanece preservado por até 90 dias, o que facilita o envio para centros especializados, inclusive em regiões com menor oferta de serviços de saúde.
“Ao permitir que a própria mulher realize a coleta, conseguimos ampliar o acesso ao diagnóstico, reduzir barreiras para o exame preventivo e levar esse tipo de atendimento para qualquer região do Brasil”, explicou.
Na avaliação do especialista, tecnologias como essa ajudam a democratizar o acesso à medicina diagnóstica e podem beneficiar pacientes tanto nos grandes centros quanto em regiões mais remotas.
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Batista acrescentou que o dispositivo já começou a ser adquirido em maior escala pelo Sistema Único de Saúde (SUS), movimento que considera importante para ampliar a prevenção e acelerar o diagnóstico precoce da população feminina.
“A inovação encurta a jornada do paciente. Um diagnóstico bem feito, seguido de um tratamento iniciado no momento correto, faz toda a diferença para salvar vidas”, concluiu.
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