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Investidora diz que robôs humanoides serão a “maior de todas” as oportunidades em inteligência artificial
Publicado 28/10/2025 • 07:14 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 28/10/2025 • 07:14 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Pixabay
Robôs humanoides
A fundadora e CEO da Ark Invest, Cathie Wood, destacou nesta terça-feira (28) o potencial da inteligência artificial (IA) para acelerar o desenvolvimento de robôs humanoides.
Em entrevista à CNBC, durante o Future Investment Initiative (FII), em Riad, na Arábia Saudita, Wood afirmou que máquinas com aparência, tamanho e movimentos semelhantes aos de seres humanos podem representar uma das maiores oportunidades no campo da IA.
“Sei que muita gente está preocupada com todo o ‘hype’ em torno da IA”, disse Wood. “Mas, olhando para o futuro — especialmente com a chamada IA incorporada, que envolve desde os robotáxis e a transformação completa do setor de transporte até a área da saúde, que provavelmente é uma das aplicações mais profundas da IA — acreditamos que esse investimento vai valer a pena.”
Ela acrescentou: “Acredito que o próximo passo serão os robôs humanoides. E penso que essa será a maior de todas as oportunidades dentro da IA incorporada.”
Os robôs humanoides movidos por inteligência artificial há muito tempo despertam o interesse do público, e diversas empresas vêm correndo para produzir máquinas capazes de revolucionar setores como saúde, assistência pessoal e varejo.
Os investidores, no entanto, tradicionalmente mantêm certo ceticismo em relação a essa tecnologia emergente, principalmente quando se trata de alcançar um desempenho economicamente viável em situações reais.
O CEO da Tesla, Elon Musk, é um grande entusiasta do conceito. No mês passado, o bilionário afirmou que os robôs Optimus da Tesla deverão representar cerca de 80% do valor da fabricante de veículos elétricos no futuro.
O fundo ARK Artificial Intelligence & Robotics UCITS ETF, de Wood, tem como principais participações a Tesla (9,16%), a Palantir (7,02%) e a AMD (6,14%).
“Na área corporativa, acredito que vai levar algum tempo para as grandes empresas se prepararem para essa transformação. Será necessário o trabalho de companhias como a Palantir, entrando nas maiores corporações e reestruturando-as completamente, para realmente aproveitar os ganhos de produtividade que a IA vai proporcionar”, disse Wood.
“No espaço do consumo, o público adora tudo isso, sabe? Acho que todos estamos ansiosos para que nossos assistentes pessoais façam as compras por nós”, continuou. “Estou realmente empolgada — não apenas com as compras, mas com o quanto minha produtividade individual vai aumentar com a IA. Isso já acontece, especialmente nas pesquisas.”
Wood também alertou sobre a possibilidade de uma “verificação de realidade” de curto prazo relacionada à IA, mas afirmou que as altas avaliações das big techs fazem sentido dentro de um horizonte de cinco anos.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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