CNBC

CNBCNovo Nordisk e Eli Lilly disputam mercado de pílulas GLP-1 enquanto se preparam para cobertura do Medicare

Tecnologia & Inovação

Meta, Microsoft e Coinbase derrubam 1,4 milhão de contas ligadas a golpes na Ásia

Publicado 08/06/2026 • 14:10 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Uma operação conjunta entre empresas de tecnologia e autoridades de segurança removeu mais de 1,4 milhão de contas, páginas e grupos ligados a golpes online com origem no Sudeste Asiático.
  • A ação reuniu Meta, Microsoft, Coinbase e Starlink, além do Departamento de Justiça dos EUA, do FBI e da Polícia Real da Tailândia.
  • A iniciativa teve início em 18 de maio, pela Força-Tarefa do Centro de Combate a Golpes do Departamento de Justiça americano, e contou ainda com autoridades do Reino Unido, Austrália, Canadá e Nova Zelândia.
Meta, proprietária do Facebook.

Pexels.

Uma operação conjunta entre empresas de tecnologia e autoridades de segurança removeu mais de 1,4 milhão de contas, páginas e grupos ligados a golpes online com origem no Sudeste Asiático. A ação reuniu Meta, Microsoft, Coinbase e Starlink, além do Departamento de Justiça dos EUA, do FBI e da Polícia Real da Tailândia.

A iniciativa teve início em 18 de maio, pela Força-Tarefa do Centro de Combate a Golpes do Departamento de Justiça americano, e contou ainda com autoridades do Reino Unido, Austrália, Canadá e Nova Zelândia.

Leia também: Zuckerberg diz que sucesso da Meta “não é garantido” na era da inteligência artificial

Segundo os participantes, o compartilhamento de inteligência entre as plataformas permitiu identificar estruturas usadas por grupos envolvidos em golpes românticos, fraudes de investimento e esquemas ligados a trabalho forçado em centros de fraude.

A Meta ficou responsável pela maior parte das remoções, com mais de 1,4 milhão de contas no Facebook e Instagram. A empresa disse que foi a primeira vez que coordenou uma operação do tipo envolvendo múltiplas empresas do setor para atacar toda a cadeia de atuação dos golpistas.

A Microsoft suspendeu cerca de 20 mil contas vinculadas às redes criminosas, enquanto a Starlink desativou o acesso de milhares de terminais associados a atividades ilegais.

Leia também: Empresas de criptomoedas tentam deixar ciclo de hype para buscar receitas mais estáveis

Entre os alvos da operação estavam esquemas de fraude cibernética e falsos investimentos em criptomoedas. Nesse tipo de golpe, as vítimas são abordadas e conquistadas ao longo do tempo antes de serem convencidas a transferir recursos para plataformas fraudulentas que prometem altos retornos. Na prática, os valores são desviados para os criminosos, que mantêm a fraude até que a vítima esgote seus recursos ou descubra o esquema.

Como resultado da ação, a Coinbase congelou mais de US$ 3 milhões em criptoativos vinculados às redes investigadas, enquanto a Polícia Real da Tailândia prendeu 63 suspeitos. A operação também levou à identificação de novas localizações e estruturas usadas por centros de golpes, cujas informações foram encaminhadas às autoridades.

Os envolvidos afirmaram que pretendem manter a cooperação. As organizações criminosas visadas operam de forma transnacional e utilizam múltiplas plataformas justamente para dificultar a detecção. O que, segundo os participantes da operação, torna essencial a atuação coordenada entre empresas e governos.

Times Brasil - CNBC

Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Seguir no Google

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:

🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Tecnologia & Inovação