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Polícia Militar começa a usar recurso do Google que bloqueia celular
Publicado 09/07/2025 • 07:02 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 09/07/2025 • 07:02 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Google é uma das empresas que demonstrou preocupação com a medida do STF
Cheng Xin | Getty Images (Reprodução CNBC Internacional)
A Polícia Militar de São Paulo começou a utilizar a ferramenta Google Localizador para bloquear e localizar celulares roubados. A parceria é uma nova tentativa de combater os roubos e furtos de aparelhos, que têm se espalhado pela capital paulista.
A funcionalidade passou a operar nos Terminais Portáteis de Dados (TPD) dos policiais, conforme o mecanismo anunciado em 10 de junho, permitindo que os agentes façam o bloqueio remotamente de um aparelho subtraído.
O acionamento, no entanto, só pode ser feito a partir de pedido da vítima, que deve disponibilizar as informações para a ativação do serviço, como e-mail e senha da conta Google.
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A ferramenta é a mesma que permite que a própria vítima faça a busca e o bloqueio por um computador ou outro celular. Mas agora, pode ser utilizada de maneira mais ágil assim que uma viatura chega ao local – especialmente se a pessoa não tiver acesso a outro aparelho para acessar a ferramenta.
Além de bloquear o aparelho, os policiais podem auxiliar a vítima a identificar a localização em tempo real, tocar um som para facilitar sua identificação ou, em último caso, apagar todos os dados. Todas as ações devem ser documentadas pelo agente.
Segundo a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação, o uso do TPD é uma medida de “apoio imediato à vítima” e não substitui a necessidade de se registrar o Boletim de Ocorrência, informando o IMEI do aparelho, nem a investigação policial.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), somente neste ano, 24,7 mil aparelhos foram roubados na cidade de São Paulo. A quantidade é 12,9% menor na comparação entre janeiro e abril do ano passado. Entretanto, o crime que antes era mais concentrado no centro da capital, tem se espalhado, especialmente para bairros nobres.
Conforme revelado pelo Radar da Criminalidade, ferramenta do Estadão que reúne ocorrências registradas em SP, a cada hora, 28 pessoas são furtadas na capital paulista. Alvos de gangues de moto e bicicleta, Butantã (zona oeste de São Paulo) e Vila Mariana (sul) tiveram alta, respectivamente, de 32,5% e 30,1% nos furtos de janeiro a maio.
Na Vila Mariana, já foram mais de 2 mil casos. “A maioria é furto de celular”, conta Douglas Melhem Junior, ex-presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) Paraíso/Vila Mariana. O risco maior, diz, é no entorno do Parque do Ibirapuera – moradores puseram placas de alerta.
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