Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
AirAsia aumenta preços e reduz rotas para amenizar o impacto da guerra no Oriente Médio
Publicado 06/04/2026 • 10:00 | Atualizado há 5 meses
Dow Jones despenca 700 pontos e S&P 500 cai após plano do Tesouro para conter os rendimentos fracassar
Como a venda do Los Angeles Lakers por US$ 12,5 bilhões impacta o valor de todas as 30 equipes da NBA
Trump diz que economia do Irã está em colapso; ex-assessor do banco central em Teerã contesta
Walmart eleva projeção para o ano e diz que usará enorme reembolso de tarifas para manter preços baixos
Bitcoin e ether disparam após Trump pedir aprovação de legislação sobre criptomoedas ao Congresso americano
Publicado 06/04/2026 • 10:00 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Wikimedia Commons
A companhia anunciou que aumentará o preço de suas passagens em até 40% e reduzirá rotas para amenizar o impacto da guerra no Oriente Médio.
A maior companhia aérea de baixo custo do Sudeste Asiático, a AirAsia, anunciou nesta segunda-feira (06) que aumentará o preço de suas passagens em até 40% e reduzirá suas rotas para amenizar o impacto da guerra no Oriente Médio, destacando, ao mesmo tempo, que a demanda por voos continua forte.
A companhia low-cost com sede na Malásia informou à imprensa que cerca de 10% do total de seus voos foram cancelados até o momento.
Leia também: Copa do Mundo 2026 anima setor aéreo europeu; veja o impacto nas companhias aéreas
A AirAsia, que opera em mais de 150 destinos em 25 países, afirmou que consegue redistribuir suas operações para rotas “onde podemos recuperar os altos custos adicionais de combustível”, segundo a diretora comercial do grupo, Amanda Woo.
Os preços das passagens aumentaram cerca de “31% a 40%”, precisou ela, enquanto as sobretaxas de combustível subiram 20%.
As demais rotas planejadas seguem mantidas, incluindo voos para o Bahrein, primeiro hub da companhia no Oriente Médio e etapa-chave na expansão de sua rede para além do Sudeste Asiático, cujo lançamento está previsto para junho.
O fundador da AirAsia, Tony Fernandes, afirmou que o aumento de preços, mesmo no setor de baixo custo, é “inevitável” e que a capacidade será reduzida nas rotas “onde não acreditamos ser possível cobrir o custo do combustível”.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCDiversas companhias aéreas internacionais aumentaram suas sobretaxas de combustível desde que os ataques americano-israelenses contra o Irã desencadearam a guerra no Oriente Médio no fim de fevereiro, levando Teerã a reagir com o fechamento quase completo do Estreito de Ormuz, uma artéria crucial para o abastecimento global de hidrocarbonetos.
A empresa também adotou uma série de medidas para tentar limitar ao máximo os aumentos de preços, incluindo a redução das taxas de bagagem, acrescentou Woo.
Leia também: Petrobras vende diesel R$ 2,10 abaixo dos importados e pressão por reajuste se acumula
Fortemente afetada pela pandemia de Covid-19, a AirAsia se recuperou gradualmente, registrando no ano passado um lucro de 1,96 bilhão de ringgits (421 milhões de euros), segundo seu site oficial.
Questionados sobre o impacto que a guerra pode ter na rentabilidade ao longo do restante de 2026, executivos da AirAsia afirmaram que as perspectivas permanecem “administráveis”, mas dependem da duração da crise.
Leia mais: Setor aéreo vive pior crise desde a pandemia; ‘sem combustível, não há como voar’, diz CEO da United
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Quem são os credores da Casas Bahia?
2
Quando será lançado o iPhone 18 Pro? Veja as datas mais prováveis
3
Lotofácil 3766: confira os números sorteados nesta quarta-feira (19)
4
Como funciona a marca d’água que o Claude vai deixar nos textos criados por IA
5
Ambipar: credores pedem suspensão de assembleia sobre recuperação judicial e questional falta de informações