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“Hot classes” ampliam mercado de wellness e transformam treino em experiência, avalia Luíza Souza
Publicado 24/09/2026 • 14:15 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 24/09/2026 • 14:15 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O calor está deixando de ser um elemento restrito à hot yoga e passou a integrar novas modalidades do mercado de wellness em São Paulo. Estúdios e academias estão levando o conceito para aulas de funcional, alongamento, meditação e pilates, em uma estratégia que combina atividade física, experiências sensoriais e convivência. A avaliação é de Luíza Souza, colunista do Beleza S.A., em entrevista ao Real Time, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Segundo Luíza, a hot yoga, modalidade praticada em salas aquecidas a cerca de 40°C, ajudou a consolidar o calor como parte da experiência de treino. O conceito, porém, passou a ser aplicado a outras atividades.
A expansão acompanha uma mudança na forma como o consumidor se relaciona com atividade física. Na avaliação da colunista, o treino passou a incorporar elementos de superação, experimentação e bem-estar, além do exercício em si.
Entre os formatos que começam a aparecer estão o Hot Sculpt, Hot Stretch e Hot Meditation. A proposta é levar o ambiente aquecido para diferentes práticas e criar uma grade mais ampla de atividades dentro dos espaços especializados.
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Na avaliação de Luíza, o interesse pelo formato não está apenas na novidade. O calor altera a percepção de esforço durante a atividade e pode aumentar a frequência cardíaca e a produção de suor.
O aquecimento das salas é associado à sensação de maior flexibilidade durante os exercícios. Com o corpo aquecido, movimentos de alongamento podem ser percebidos de maneira diferente pelo praticante.
A experiência, segundo Luíza, também conversa com uma busca por momentos de pausa e intensidade em meio à rotina das grandes cidades. O treino passa a ser apresentado não apenas como uma atividade física, mas como uma forma de interromper a rotina e experimentar diferentes sensações.
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Outra característica dessas novas modalidades é o componente social. Em vez de oferecer apenas uma aula seguida da saída do aluno, os espaços buscam criar ambientes de permanência, com áreas de convivência, cafés e shakes.
Na avaliação da colunista, o movimento acompanha uma transformação mais ampla do mercado fitness. O conceito tradicional de academia dá lugar a centros de wellness que reúnem treinamento, recuperação, alimentação e socialização.
Esse modelo também ajuda a criar comunidades em torno das atividades. As aulas são realizadas em grupo e podem funcionar como pontos de encontro entre consumidores que compartilham interesses relacionados a exercício e bem-estar.
Para Luíza, a busca por novidades é uma característica histórica do segmento. O mercado acompanha tendências internacionais, especialmente dos Estados Unidos, e incorpora novas modalidades para estimular a experimentação.
Nesse cenário, o calor passa a ser mais um elemento utilizado pelas empresas para diferenciar aulas e criar novas experiências de consumo dentro do mercado de wellness.
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