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Álbum da Copa mantém força como ferramenta de marketing mesmo na era digital
Publicado 02/05/2026 • 10:00 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 02/05/2026 • 10:00 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O lançamento do álbum da Copa do Mundo de 2026 no Brasil, nesta sexta-feira (1), reforça a permanência de um hábito que atravessa gerações, impulsionado pela combinação entre tradição e novas formas de consumo.
“Já existe uma solução digital que funciona muito bem, mas ela não substitui o físico. O álbum é uma tradição”, afirmou Marcelo Paganini de Toledo, professor de Marketing Esportivo da ESPM, em entrevista ao Real Times, jornal do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, nesta sexta-feira (1). “O ato de ter a figurinha em mãos, trocar com amigos e conversar ajuda na socialização”, acrescentou.
Segundo ele, mesmo com a forte presença do digital, o produto mantém valor por promover uma experiência offline que conecta pessoas, especialmente entre jovens.
O especialista destaca que o interesse pelo álbum não depende apenas do desempenho da Seleção Brasileira, mas de fatores sociais e culturais mais amplos.
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“É um processo de sociabilização e também de moda. Quando o assunto é Copa do Mundo, o jovem quer fazer parte do diálogo”, explicou.
Ele lembra que o álbum existe há mais de 50 anos, desde 1970, e acompanha a transformação do futebol em um fenômeno global. “Hoje o jovem não acompanha só a seleção local, mas jogadores do mundo todo”, pontuou.
Além do aspecto cultural, o álbum desempenha papel estratégico no mercado. “Ao colecionar, o jovem passa a prestar atenção em seleções e jogadores que normalmente não veria”, disse.
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Isso amplia a exposição de patrocinadores ligados às equipes e ao evento. “É um ecossistema circular: quanto mais exposição ao evento, melhor para os patrocinadores”, ressaltou.
Sobre o mercado secundário, o especialista afirma que mudanças regulatórias alteraram a dinâmica do produto. “Hoje existem travas legais que exigem equidade”, explicou.
Segundo ele, a chamada “figurinha impossível” praticamente deixou de existir. “Hoje existem as difíceis, e o mercado está mais estruturado com aplicativos e redes sociais, facilitando trocas até entre cidades”, destacou.
O alto engajamento também abre espaço para ações de terceiros, mas com restrições. “Marcas podem criar eventos, como encontros para troca de figurinhas, mas precisam ter cuidado com o licenciamento”, alertou.
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Ele reforça que o uso indevido de termos protegidos pode gerar problemas. “A Copa do Mundo FIFA é uma marca registrada, e o uso comercial indevido pode trazer implicações legais”, frisou.
Por fim, Paganini destacou que há uma linha tênue entre comunicação legítima e infração. “Falar de termos genéricos é permitido, mas se apropriar de ativos sob contrato não é recomendável”, concluiu.
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