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Saiba quem é Lucas Pinheiro Braathen, que conquistou o ouro inédito e colocou país nas Olimpíadas de Inverno
Publicado 14/02/2026 • 11:10 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 14/02/2026 • 11:10 | Atualizado há 1 mês
Fabrice Coffrini/AFP
O brasileiro Lucas Pinheiro Braathen reage após a segunda descida da prova masculina de slalom gigante de esqui alpino durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, no Centro de Esqui Stelvio, em Bormio (Valtellina), em 14 de fevereiro de 2026.
O Brasil entrou definitivamente para a história dos esportes de inverno neste sábado (14). Lucas Pinheiro Braathen conquistou a primeira medalha olímpica do país em Jogos de Inverno e foi além: levou o ouro no slalom gigante do esqui alpino, um feito inédito também para a América Latina.
A vitória veio em grande estilo, na tradicional pista Stelvio, em Bormio, nos Jogos de Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. O atleta de 25 anos dominou a prova do início ao fim, deixando para trás dois dos maiores nomes da modalidade.
O pódio foi completado pelos suíços Marco Odermatt, que ficou com a prata, e Loïc Meillard, medalha de bronze.
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Até então, o Brasil nunca havia conquistado uma medalha em Jogos Olímpicos de Inverno. O melhor resultado havia sido o nono lugar de Isabel Clark no snowboard cross em Turim-2006.
O ouro de Braathen muda esse cenário e inaugura um novo capítulo para o esporte brasileiro, que tradicionalmente não figura entre as potências do gelo e da neve.
Além disso, o resultado quebra uma barreira continental: é a primeira medalha de um atleta latino-americano na história da competição.
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Braathen chega ao topo após uma temporada consistente no circuito mundial. Atual número 2 do ranking de slalom, ele já havia feito história em 2025 ao vencer a etapa de Levi, na Finlândia, garantindo a primeira vitória do Brasil na Copa do Mundo de esqui alpino.
Nos Jogos, ainda disputará o slalom, na segunda-feira, também em Bormio, com a chance de ampliar ainda mais o feito.
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Nascido em Oslo, Braathen competiu durante anos pela Noruega. A mudança para o Brasil aconteceu em 2024, após um conflito com a federação norueguesa, especialmente em relação aos direitos de imagem.
“Para transmitir minha mensagem e expressar meu verdadeiro propósito, eu precisava de liberdade”, afirmou o atleta na época.
Ele chegou a anunciar aposentadoria em 2023, surpreendendo o circuito, mas retornou meses depois representando o Brasil, país de sua mãe e onde passou parte da infância.
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Além do desempenho esportivo, Braathen se tornou um fenômeno midiático. Conhecido como showman no circuito, ele mistura esporte, música e lifestyle, atraindo uma nova geração de fãs.
Recentemente, o ex-jogador Bastian Schweinsteiger apareceu com uma camisa autografada pelo brasileiro durante uma etapa na Áustria.
Fora das pistas, o atleta também atua como influenciador e modelo, com campanhas para marcas de luxo e presença constante em eventos internacionais.
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A conquista também tem impacto financeiro. O Comitê Olímpico do Brasil prevê premiação de R$ 350 mil para medalhistas de ouro em provas individuais, valor 40% superior ao pago nos Jogos anteriores.
Mas, mais do que o prêmio, o feito tem peso simbólico.
“Sinceramente, a pressão é grande. Represento mais de 200 milhões de brasileiros”, afirmou o atleta antes da competição.
Agora, com o ouro no peito, Braathen não só cumpriu a missão como reposicionou o Brasil no mapa global dos esportes de inverno.
(*com informações da AFP)
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