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‘O Diabo Veste Prada 2’ impulsiona collabs no Brasil e movimenta setor de moda e beleza
Publicado 04/05/2026 • 09:45 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 04/05/2026 • 09:45 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: Divulgação
A revista 'Runway', veículo de moda fictício da personagem Miranda Priestly, ganhará uma versão física limitada para lançamento do filme.
O lançamento de ‘O Diabo Veste Prada 2‘ está movimentando mais do que o mercado de entretenimento. Além disso, a estreia da sequência impulsionou colaborações entre marcas de moda e beleza.
Com isso, a franquia se consolidou como plataforma comercial para produtos que vão de esmaltes a coleções fashion.
No Brasil, por sua vez, esse movimento se traduz em produtos que vão de R$ 8,99 a R$ 249,99, em uma estratégia que combina licenciamento, posicionamento e conversão em vendas.
O movimento ocorre em meio a sinais concretos de demanda. O ‘Diabo Veste Prada 2’ se tornou a maior pré-venda de 2026 na Ingresso.com, desempenho que reforça o potencial comercial da franquia e ajuda a explicar o avanço de colaborações ligadas ao filme.
Dessa forma, a força de uma franquia na pré-venda costuma elevar seu valor como ativo comercial, tornando mais atrativas apostas em parcerias, coleções temáticas e produtos derivados.
Leia também: Sauer: conheça a marca brasileira usada por Meryl Streep na estreia de ‘O Diabo Veste Prada 2’
O apelo comercial de ‘O Diabo Veste Prada’ não começou agora. O primeiro filme, lançado em 2006, arrecadou mais de US$ 326 milhões em bilheteria global, com orçamento estimado em US$ 35 milhões, tornando-se um caso de sucesso para uma produção centrada em moda e cultura pop.
Duas décadas depois, a força da sequência na pré-venda sugere que esse capital simbólico permanece relevante e segue gerando oportunidades comerciais.
Nesse contexto, para as marcas, isso reduz o risco de apostar em coleções temáticas e aumenta o potencial de conversão das campanhas.
Na base de entrada, a Colorama transformou referências do universo do longa em uma coleção com quatro esmaltes temáticos: Doce Rebeldia, Item de Luxo, Noite de Estreia e Veste Prata.
Com preços entre R$ 8,99 e R$ 11,90, a estratégia foi posicionar a colaboração em uma faixa massificada, focada em escala.
A TRESemmé entrou na onda com uma edição limitada em cuidados capilares, levando o licenciamento para uma categoria funcional.
A coleção reúne itens voltados para styling e tratamento, com foco em performance, brilho e acabamento, atributos associados ao universo editorial e de passarela que permeia o filme. Os produtos foram precificados em uma faixa estimada entre R$ 30 e R$ 50.
No varejo de moda, a C&A lançou uma coleção cápsula com 13 peças inspiradas no universo do longa. A coleção inclui camisetas estampadas, lenços, bonés, bolsas e calçados que remetem a elementos visuais ligados ao filme e ao ambiente editorial de moda.
Os preços variam entre R$ 69,99 e R$ 219,99, com peças básicas em faixas mais acessíveis e itens de maior valor agregado posicionados perto do teto da coleção.
A Havaianas levou a colaboração para um patamar mais alto de preço com uma linha que combina moda e licenciamento.
A coleção inclui modelos como a Slim Square Logo, Slim Point e versões da linha Puffed, com detalhes metálicos, shapes reinterpretados e referências visuais inspiradas no universo fashion do longa. Os preços vão de R$ 79,99 a R$ 249,99, dependendo do modelo.
Na beleza premium, a Eudora levou o licenciamento para uma coleção com produtos inspirados no universo da revista fictícia do filme, combinando maquiagem e apelo colecionável.
Além disso, a linha reúne itens como a paleta de sombras, batons, delineadores e nécessaires, com embalagens temáticas e referências visuais ligadas à estética fashion da franquia. A coleção chega ao mercado com preços que variam entre R$ 54,90 e R$ 184,90.
Entre os destaques, a Palette Runway Magazine (35 sombras) custando R$ 184,90, enquanto o Batom Líquido Fashion Icon sai por R$ 54,90. Além disso, a Caneta Delineadora Iconic Liner é vendida por R$ 64,90.
A Tangle Teezer entrou na onda de ‘O Diabo Veste Prada 2’ com uma coleção de escovas em edição limitada, peças que chegam a R$ 256,90 e levam a colaboração para o universo dos acessórios de beleza.
Dando continuidade à estratégia de licenciamento, a linha inclui versões da Ultimate Detangler Chrome Devil Wears Prada em tamanhos regular e mini. Nesse sentido, para além de expandir o portfólio, os modelos apresentam um acabamento metálico e identidade visual estritamente baseada no universo fashion do filme.
Os preços variam entre R$ 179 e R$ 256,90, dependendo do canal e da versão escolhida. Além disso, diferentemente de collabs focadas em volume, a estratégia da Tangle Teezer aposta especificamente na colecionabilidade.
A Starbucks levou a colaboração para o consumo imediato com uma coleção de quatro bebidas inspiradas nos personagens do filme, disponível por tempo limitado.
A campanha inclui:
Além do menu temático, a ativação incluiu exemplares promocionais da revista fictícia Runway e itens de merchandising em mercados selecionados.
Como os drinks são customizações sobre bebidas do cardápio, os preços variam conforme a loja, mas tendem a seguir a faixa dos cafés especiais da rede. Com valores geralmente entre R$ 18 e R$ 35 no Brasil, podendo subir com adicionais.
No caso da Starbucks, o valor da coleção está menos em produto colecionável físico e mais na criação de experiência.
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Mais do que campanhas promocionais, as marcas usam ‘O Diabo Veste Prada’ como ativo comercial para estratégias distintas. Em comum, todas tratam a franquia como plataforma de negócio, seja para gerar vendas ou reforçar o branding.
Afinal, franquias culturais consolidadas deixaram de ser apenas entretenimento para operar como verdadeiros instrumentos de monetização. Portanto, diante do desempenho da bilheteria e da força da pré-venda, fica claro que ‘O Diabo Veste Prada 2‘ ainda tem valor para converter resultados muito além do cinema.
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