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Copa mais valiosa da história? Entenda o aumento de 50% nas premiações da FIFA
Publicado 25/05/2026 • 23:00 | Atualizado há 2 meses
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KEY POINTS
Foto: Unsplash
Copa do Mundo 2026: veja quais seleções são apontadas como favoritas ao troféu
A pouco mais de um mês do início da Copa do Mundo de 2026, a FIFA anunciou uma ampliação histórica nos valores distribuídos ao futebol mundial. A decisão foi aprovada pelo Conselho da entidade em reunião realizada em Doha, no Catar, e marca a edição mais lucrativa já organizada pela federação.
Ao todo, US$ 727 milhões serão destinados às seleções participantes, além de US$ 355 milhões reservados aos clubes que liberarem atletas para o torneio.
O novo pacote financeiro representa um aumento de 50% nas premiações em relação à Copa do Mundo de 2022, disputada no Catar.
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A medida faz parte de uma estratégia da FIFA para ampliar o alcance econômico do torneio e fortalecer a relação entre seleções, clubes e federações nacionais.
A maior fatia do valor aprovado será direcionada às 48 seleções classificadas para o Mundial de 2026, que será realizado nos Estados Unidos, Canadá e México.
Pela primeira vez, a competição terá 48 participantes, o que também ajudou a elevar os números da premiação.
Segundo a FIFA, a seleção campeã receberá US$ 50 milhões, enquanto a vice ficará com US$ 33 milhões.
As equipes eliminadas nas fases iniciais também terão uma recompensa maior. Os países que terminarem entre o 33º e o 48º lugar receberão US$ 9 milhões cada.
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Além disso, todas as seleções classificadas terão direito a US$ 1,5 milhão para custos de preparação antes da competição. Na prática, nenhuma federação participante deixará o torneio com menos de US$ 10,5 milhões.
Outro ponto que chamou atenção foi a ampliação do Programa de Benefícios para Clubes, criado para compensar equipes que cedem jogadores às seleções nacionais.
A FIFA confirmou que vai distribuir US$ 355 milhões aos clubes envolvidos no ciclo da Copa do Mundo de 2026. O valor supera com folga os US$ 209 milhões pagos na edição anterior.
A principal mudança está no novo modelo de distribuição. Antes, apenas clubes com jogadores convocados para a fase final da Copa recebiam compensações financeiras. Agora, equipes que liberarem atletas durante as eliminatórias também passarão a receber pagamentos.
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Siga o Times | CNBCCom isso, a FIFA amplia o número de beneficiados e reconhece financeiramente o trabalho de formação e desenvolvimento realizado pelos clubes ao longo do ciclo mundialista.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou que o novo formato busca tornar a Copa mais inclusiva e conectada com diferentes mercados do futebol mundial.
Segundo ele, o crescimento das receitas do torneio permitiu ampliar os investimentos tanto nas seleções quanto nos clubes, criando uma distribuição considerada mais abrangente do que nas edições anteriores.
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A expansão da Copa para 48 seleções também deve aumentar receitas com direitos de transmissão, patrocínios e bilheteria, fator que ajudou a impulsionar os novos valores anunciados pela entidade.
Além das decisões financeiras, o Conselho da FIFA também aprovou a criação dos novos festivais Sub-15 organizados pela entidade. O projeto começará em 2026 com equipes masculinas e terá versão feminina a partir de 2027.
As competições serão abertas às 211 associações filiadas à FIFA e terão formato reduzido, com partidas mais curtas e equipes menores.
A proposta faz parte da estratégia da entidade para ampliar o desenvolvimento do futebol de base em diferentes regiões do mundo.
Durante a reunião em Doha, a FIFA ainda confirmou a criação de um fundo de recuperação pós-conflito. O mecanismo pretende apoiar regiões afetadas por guerras e crises humanitárias por meio de investimentos ligados ao futebol.
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A iniciativa da FIFA havia sido mencionada anteriormente por Infantino durante a Cúpula da Paz de Sharm El-Sheikh, realizada em outubro de 2025, e agora passa oficialmente a integrar os programas institucionais da entidade.
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