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Quanto o campeão da Copa do Mundo 2026 vai ganhar e por que o valor é histórico
Publicado 23/05/2026 • 11:00 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 23/05/2026 • 11:00 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: QuinceCreative/Pixabay.
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A FIFA anunciou uma premiação recorde para Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México entre junho e julho.
A entidade confirmou que vai distribuir US$ 727 milhões às seleções participantes, um aumento de 50% em relação ao Mundial do Catar, realizado em 2022. O campeão receberá sozinho US$ 50 milhões, maior valor já pago na história da competição.
A decisão foi aprovada pelo Conselho da FIFA durante reunião realizada em Doha, no Catar, em dezembro de 2025.
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O aumento faz parte da estratégia da entidade para ampliar os investimentos no futebol global e fortalecer financeiramente seleções, federações e clubes envolvidos no torneio.
A maior fatia da premiação ficará com a seleção campeã da Copa do Mundo de 2026. O vencedor receberá US$ 50 milhões apenas pelo título, valor superior ao pago em qualquer edição anterior do torneio.
A seleção vice-campeã ficará com US$ 33 milhões. Já o terceiro e o quarto colocados receberão US$ 29 milhões e US$ 27 milhões, respectivamente.
Também haverá pagamentos escalonados para as demais equipes conforme o desempenho durante a competição. As seleções eliminadas nas quartas de final ganharão US$ 19 milhões, enquanto aquelas que caírem nas oitavas receberão US$ 15 milhões.
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As equipes eliminadas na fase de grupos também terão uma compensação significativa. As seleções posicionadas entre o 33º e o 48º lugar vão receber US$ 9 milhões cada.
| Colocação | Premiação |
|---|---|
| Campeão | US$ 50 milhões |
| Vice-campeão | US$ 33 milhões |
| 3º lugar | US$ 29 milhões |
| 4º lugar | US$ 27 milhões |
| 5º ao 8º lugar | US$ 19 milhões |
| 9º ao 16º lugar | US$ 15 milhões |
| 17º ao 32º lugar | US$ 11 milhões |
| 33º ao 48º lugar | US$ 9 milhões |
Segundo a FIFA, a Copa do Mundo de 2026 terá a maior distribuição financeira já registrada no futebol internacional. O total de US$ 727 milhões representa um salto de 50% em comparação com a edição de 2022, disputada no Catar.
Do total aprovado, US$ 655 milhões serão destinados diretamente às seleções participantes por meio da premiação esportiva. Além disso, cada país classificado receberá US$ 1,5 milhão extras para cobrir custos de preparação antes do torneio.
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Na prática, isso garante que todas as seleções classificadas entrem na Copa com pelo menos US$ 10,5 milhões assegurados.
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Siga o Times | CNBCA FIFA também ampliou o Programa de Benefícios para Clubes, mecanismo criado para compensar equipes que cedem jogadores às seleções nacionais.
Para a Copa de 2026, o valor destinado aos clubes será de US$ 355 milhões, outro recorde estabelecido pela entidade.
A principal novidade está na ampliação do sistema. Antes, apenas clubes com atletas presentes na fase final da Copa recebiam compensação financeira. Agora, equipes que liberarem jogadores para partidas das eliminatórias também serão remuneradas.
A mudança amplia o alcance do programa e deve beneficiar um número ainda maior de clubes ao redor do mundo.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou que a nova estrutura financeira busca reconhecer a participação de clubes e seleções em todas as etapas da competição.
Segundo ele, o aumento da premiação e das compensações reforça a intenção da entidade de tornar a Copa de 2026 mais inclusiva e global.
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A próxima edição do Mundial será a primeira com 48 seleções participantes, aumentando o número de jogos e também a presença de países de diferentes continentes.
Durante a mesma reunião em Doha, o Conselho da FIFA confirmou ainda a criação de festivais Sub-15 para seleções masculinas e femininas. O projeto começará em 2026 e será aberto às 211 associações filiadas à entidade.
A FIFA também aprovou a elaboração de um fundo de recuperação pós-conflito, voltado para regiões afetadas por guerras e crises humanitárias.
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A proposta da Copa do Mundo de 2026 foi apresentada por Gianni Infantino após debates sobre o papel social do futebol em áreas impactadas por conflitos recentes.
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