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FIA encerra restrições impostas a pilotos da Rússia e de Belarus após início da guerra na Ucrânia
Publicado 13/08/2026 • 19:27 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 13/08/2026 • 19:27 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
AFP
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta quinta-feira o fim das restrições impostas a pilotos da Rússia e de Belarus em março de 2022, após o início da guerra na Ucrânia. Com a mudança, competidores dos dois países poderão voltar a disputar provas sob suas próprias bandeiras, além de ter os hinos nacionais executados no pódio.
A decisão também permite que pilotos russos e bielorussos participem de competições internacionais ou zonais sem as restrições relacionadas à nacionalidade. Símbolos nacionais, cores e bandeiras dos dois países poderão ser utilizados em uniformes, equipamentos e veículos.
Até esta semana, os pilotos eram obrigados a competir sob a bandeira da FIA, enquanto as seleções da Rússia e de Belarus não podiam participar de eventos organizados sob a chancela da federação. Pilotos com dupla nacionalidade constituíam uma exceção e podiam competir representando outro país.
Segundo a FIA, a decisão foi tomada pelo Conselho Mundial de Automobilismo (WMSC) em 3 de agosto de 2026. Com a alteração, também deixa de ser exigida a assinatura do termo de neutralidade. A execução dos hinos nacionais da Rússia e de Belarus passa a ser permitida em competições internacionais ou regionais.
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Siga o Times | CNBCA mudança pode abrir espaço para um possível retorno de Nikita Mazepin à Fórmula 1. O piloto russo disputou a temporada de 2021 pela Haas e deixou a equipe no ano seguinte, em meio às restrições adotadas após o início da guerra na Ucrânia. Kevin Magnussen assumiu seu lugar.
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O fim das restrições, porém, não representa uma autorização para que Rússia ou Belarus voltem a receber etapas da Fórmula 1. Não há indicação de retorno imediato do Grande Prêmio da Rússia, realizado no circuito de Sochi até 2021. Posteriormente, o contrato foi rompido pela FIA em razão da guerra.
Belarus também não está autorizada a sediar Grandes Prêmios. A decisão anunciada pela FIA, portanto, libera pilotos, equipes nacionais, competidores individuais e oficiais russos e belarussos das restrições anteriores, mas não implica o retorno de provas nos dois países.
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