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‘Inteligência artificial é fundamental para operações sustentáveis’, afirma CEO da Honeywell América Latina
Publicado 19/08/2025 • 18:45 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 19/08/2025 • 18:45 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
O painel “AI, Sustainability, and Latin America’s Green Advantage”, realizado nesta terça-feira (19) no FT Climate & Impact Summit Latin America e Brasil 2030, reuniu executivos para discutir como a América Latina pode aproveitar sua matriz energética limpa para desenvolver inteligência artificial de forma sustentável.
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Participaram José Fernandes (CEO da Honeywell América Latina), Sergio G. Suchodolski (CEO e sócio da Fama Re.Capital) e Antonio Pinheiro Silveira (vice-presidente para setor privado do CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe), com mediação de Michael Pooler, correspondente do Financial Times no Brasil.
José Fernandes, da Honeywell, destacou que a IA já faz parte do cotidiano e pode trazer ganhos expressivos em sustentabilidade ao otimizar processos industriais.
“A inteligência artificial é de importância fundamental para melhorar operações sustentáveis no dia a dia, seja em temperatura, iluminação ou segurança de ativos. Ela ajuda a reduzir desperdícios, aumentar eficiência e proteger operadores”, afirmou, ressaltando que clientes da empresa já adotam essas soluções em setores como refino de petróleo e aviação.
Na visão de Sergio G. Suchodolski, o avanço da IA na região depende de marcos regulatórios claros, especialmente para tecnologias de armazenamento de energia.
“O tema das baterias é central para viabilizar data centers e novos investimentos em regiões como o Nordeste do Brasil. Esse é um dos grandes tópicos em discussão hoje”, avaliou.
O executivo defendeu ainda o uso da IA em monitoramento de desmatamento e apoio a pequenos produtores rurais, com soluções de agritech que podem gerar empregos sustentáveis em áreas de fronteira agrícola.
Já Antonio Pinheiro Silveira, do CAF, ressaltou que a América Latina tem grande potencial para expandir a geração de energia renovável, citando estudos sobre a capacidade da Bolívia de ampliar em até 50% a produção hidrelétrica sem afetar áreas sensíveis.
“Há oportunidades no Brasil, Chile e em outros países para associar renováveis a centros de dados e novas indústrias. O desafio, porém, está em garantir redes elétricas inteligentes e seguras, além de acelerar autorizações e processos regulatórios”, disse.
De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), 93% da energia gerada no Brasil em 2023 veio de fontes renováveis, o que posiciona o país como potencial hub para powershoring — atração de data centers movidos a energia limpa.
Os debatedores defenderam que a combinação entre IA, matriz renovável e investimentos em infraestrutura pode colocar a América Latina em posição de destaque na economia de baixo carbono, desde que os desafios de desigualdade e integração energética sejam superados.
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