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Bolsas da Ásia fecham em alta, após renúncia de Ishiba no Japão ser vista como ‘avanço’
Publicado 08/09/2025 • 06:58 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 08/09/2025 • 06:58 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Eugene Hoshiko/Associated Press/Estadão Conteúdo
Bolsas da Ásia.
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda-feira (8), enquanto investidores avaliaram o anúncio de renúncia do primeiro-ministro do Japão, Shigeru Ishiba, assim como revisão para cima do PIB japonês e dados da balança comercial chinesa.
Analistas disseram que a decisão de Ishiba já era esperada, após a derrota histórica na eleição parlamentar de julho, e a interpretaram como um avanço, embora incertezas políticas persistam, uma vez que o governista Partido Liberal Democrata (PLD) terá de convocar eleição para escolher um novo líder. Ishiba ficará no cargo até que um sucessor seja escolhido e aprovado pelo parlamento japonês.
Leia também: Primeiro-ministro do Japão, Shigeru Ishiba, anuncia renúncia com menos de um ano no cargo
Liderando o movimento na Ásia, o índice japonês Nikkei subiu 1,45% em Tóquio, a 43.643,81 pontos, enquanto o Hang Seng avançou 0,85% em Hong Kong, a 25.633,91 pontos; o sul-coreano Kospi teve alta de 0,45% em Seul, a 3.219,59 pontos, e o Taiex registrou modesto ganho de 0,22% em Taiwan, a 24.547,38 pontos.
No âmbito macroeconômico, revisão mostrou que o Produto Interno Bruto (PIB) do Japão apresentou expansão anualizada de 2,2% no trimestre até junho, bem maior do que o cálculo inicial de 1%.
Na China continental, os mercados também ficaram no azul, ignorando dados de comércio externo mais fracos do que o esperado. O Xangai Composto avançou 0,38%, a 3.826,84 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto garantiu alta de 0,90%, a 2.427,39 pontos.
Em agosto, tanto as exportações quanto as importações chinesas cresceram em ritmo mais fraco que o previsto em relação a um ano antes.
Na Oceania, a bolsa australiana contrariou o tom positivo da Ásia, e o S&P/ASX 200 caiu 0,24% em Sydney, a 8.849,60 pontos, pressionado por ações dos setores de seguro e gás.
*Com informações da Associated Press
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