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Bolsas da Ásia fecham sem direção única, com liquidez reduzida e de olho em câmbio
Publicado 24/12/2025 • 09:40 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 24/12/2025 • 09:40 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
EUGENE HOSHIKO/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Pedestres passam diante de um painel eletrônico de ações exibindo o índice Nikkei do Japão em uma corretora de valores mobiliários na capital Tóquio, nesta sexta-feira, 20 de junho de 2025, em Tóquio.
As bolsas da Ásia fecharam sem direção única nesta quarta-feira (24), com liquidez reduzida. Entre os mercados locais, Hong Kong teve sessão encurtada pela véspera do feriado de Natal.
Os investidores asiáticos acompanharam ainda o fortalecimento de divisas domésticas, em especial iene e won, após promessas de governos do Japão e da Coreia do Sul de intervir no mercado para controlar movimentos excessivos, se necessário.
Em Tóquio, o índice Nikkei fechou em baixa de 0,14%, a 50.344,10 pontos, pressionado pelo maior nível do iene contra o dólar em quase uma semana, sob expectativas de possível intervenção do governo.
Leia também: Japão acende alerta cambial após nova desvalorização do iene
Além disso, o Banco do Japão (BoJ, em inglês) admitiu estar se aproximando com cautela de novos aumentos da sua taxa de juros, em ata da sua penúltima decisão monetária.
Entre ações japonesas de destaque, a Sapporo Holdings subiu 3 65%, após anunciar venda da sua subsidiária do setor imobiliário e a Sumitomo Metal Mining saltou 7,3%, em linha com avanço de commodities metálicas.
Em Seul, o índice Kospi caiu 0,21%, a 4.108,62 pontos, em correção após três sessões de alta e diante da valorização do won sul-coreano ao maior nível contra o dólar desde 14 de novembro.
Nas redes sociais, traders circulam relatos de que a força-tarefa criada pelo governo da Coreia do Sul já começou a operar no mercado cambial.
Na terça-feira, o BC, conhecido como BoK, e o Ministério das Finanças do país reiteraram que vão atuar para impedir o enfraquecimento excessivo da divisa local.
Na China continental, o Xangai composto avançou 0,53%, a 3.940 95 pontos, impulsionada por salto de 10% da Shengyi Technology. Já o Shenzhen composto teve alta de 1%, a 2.517,98 pontos. No câmbio, o yuan também se fortalece contra o dólar ao maior nível desde o fim do ano passado, após o Banco do Povo da China (PBoC) injetar liquidez nos mercados por meio de taxa reversa.
Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,2%, a 25.818,93 pontos. Em Taiwan, o Taiex avançou 0,22%, a 28.371,98 pontos.
Na Oceania, o S&P/ASX 200 fechou em queda de 0,38% em Sydney, a 8.762,70 pontos, quebrando sequência de quatro sessões consecutiva de ganhos.
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