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Maioria das Bolsas da Europa fecha em alta com balanços e fusões; Frankfurt tem baixa
Publicado 04/02/2026 • 16:13 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 04/02/2026 • 16:13 | Atualizado há 2 horas
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Bolsas da Europa
As bolsas da Europa encerraram o pregão desta quarta-feira (4) em alta, com exceção de Frankfurt, em sessão marcada por forte volume de balanços corporativos, operações de fusões e aquisições e ajustes de posição após a divulgação de indicadores econômicos relevantes.
O avanço predominou apesar de oscilações pontuais entre setores, refletindo a leitura dos investidores de que o cenário macro segue desafiador, mas sem novos choques no curto prazo.
Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,85%, fechando em nível recorde aos 10.402,34 pontos – na máxima, chegou ao recorde intraday de 10.481,54 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,52%, a 24.652,77 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,01%, a 8.262,16 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,47%, a 46.636,43 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,11%, a 18.139,20 pontos, em novo recorde de fechamento. O índice renovou máxima intraday a 18.246,00 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,61%, a 8.881,79 pontos. As cotações são preliminares.
No noticiário macroeconômico, dados mostraram desaceleração da inflação ao consumidor na zona do euro, abaixo do esperado, afastando-se da meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE). Para a Indosuez Wealth Management, a surpresa inflacionária reforça a avaliação de que o BCE deve manter os juros inalterados no curto prazo, mas abre espaço para cortes ainda neste ano.
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Já os índices de gerentes de compras (PMI) indicaram perda de fôlego da atividade na Alemanha e no bloco, enquanto o setor de serviços do Reino Unido apresentou melhora. Analistas do ING afirmaram que os números reforçam um ambiente de crescimento desigual na região.
No âmbito corporativo, as ações do Santander (-3,5%) figuraram entre as maiores quedas porcentuais em Madri após o banco anunciar a compra do americano Webster Financial, apesar do lucro acima do esperado e da aprovação de um programa de recompra de ações.
No setor financeiro, UBS e Crédit Agricole recuaram cerca de 6,3% e 2,5%, respectivamente, após a divulgação de balanços. Já a Novo Nordisk despencou pouco mais de 17% em Copenhague depois de projetar queda nas vendas e alertar para pressões de preços sem precedentes.
Em sentido oposto, a Beazley avançou 7,3% em Londres após fechar acordo em princípio para ser adquirida pela Zurich Insurance, que teve ganho próximo a 3,3% em Zurique. Entre as blue chips, papéis ligados a energia, cujo setor subiu cerca de 0,8%, ajudaram a sustentar os ganhos em Londres.
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