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Bolsas da Europa fecham em queda à espera de dados dos EUA
Publicado 17/11/2025 • 16:43 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 17/11/2025 • 16:43 | Atualizado há 8 meses
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Pixabay
As bolsas da Europa fecharam em baixa nesta segunda-feira (17), em sessão marcada por cautela antes da divulgação de indicadores represados pelo shutdown nos Estados Unidos.
Investidores também monitoraram declarações de dirigentes do Banco Central Europeu (BCE) e ajustes nas apostas para a trajetória de juros globais.
Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,24%, a 9.675,43 pontos. Em Frankfurt, o DAX recuou 1,24%, a 23.579,35 pontos. Em Paris, o CAC 40 teve baixa de 0,63%, a 8.119,02 pontos. Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,52%, a 43.767,28 pontos. Em Madri, o Ibex 35 perdeu 1,13%, a 16.161,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,04%, a 8.246,88 pontos. As cotações são preliminares.
A divulgação dos dados norte-americanos represados pelo shutdown segue mantendo o mercado cauteloso, em meio à incerteza sobre um possível corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) em dezembro.
Para a Jefferies, “a reunião de dezembro será decidida por cara ou coroa”. No cenário europeu, o Morgan Stanley projeta que o BCE reduzirá juros no primeiro semestre de 2026, até 1,50%, citando “crescimento mais fraco, inflação abaixo da meta e impulso fiscal limitado”.
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Bolsas da Ásia fecham em baixa em meio a tensões geopolíticas e antes de dados e Nvidia
Também pesaram no sentimento comentários do vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, para quem ameaças à estabilidade financeira da zona do euro seguem “elevadas”, com risco de fragmentação geoeconômica e tensões geopolíticas mais frequentes.
No fronte macroeconômico, investidores europeus também assimilaram corte nas projeções de crescimento da União Europeia (UE) em 2026. No campo comercial, a UE deve alertar os EUA contra um possível aumento em tarifas sobre aço, alumínio e derivados, segundo a Bloomberg.
No corporativo, o setor de luxo voltou a pressionar Paris com perdas de cerca de 2% da Kering e LVMH. Já a sueca Saab subiu mais de 2% após anunciar pedido para fornecer jatos à Colômbia e Alemanha. A Airbus avançou cerca de 0,3% com expectativa de um grande pedido da flydubai no Dubai Airshow. A britânica WPP subiu mais de 11% após reportagem indicar interesse de Apollo, KKR e Havas em uma possível aquisição.
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